Publicação
Escala Sensorial de Problemas Alimentares
| dc.contributor.advisor | Ferreira, Isabel Maria Damas Brás Dias | |
| dc.contributor.author | Silva, Ana Catarina Ladeira da Silva | |
| dc.date.accessioned | 2026-02-10T11:18:35Z | |
| dc.date.available | 2026-02-10T11:18:35Z | |
| dc.date.issued | 2025-03-28 | |
| dc.description.abstract | Introdução: A alimentação é uma necessidade básica de todos os seres humanos integrada nas atividades da vida diária. As crianças com disfunção sensorial podem apresentar comprometimento na alimentação. Objetivo: Estudar a fidedignidade e validade da versão portuguesa do instrumento Escala Sensorial de Problemas Alimentares (ESPA) em crianças com três anos de idade. Método: Neste estudo metodológico usou-se uma técnica de amostragem não probabilística de conveniência, sendo a amostra constituída por 136 crianças com 3 anos de idade, 122 sem dificuldades de alimentação (típicas) e 14 com dificuldades de alimentação (atípicas). A consistência interna foi analisada utilizando o alfa de Cronbach. A consistência temporal foi avaliada através do teste-reteste, com o Coeficiente de Correlação Intra-classe (ICC) aplicado aos domínios quantitativos e o Coeficiente de Kappa. Para a validade convergente foram usadas as correlações de Spearman entre os domínios da ESPA e o domínio de Processamento Sensorial Oral do Perfil Sensorial 2 – A criança. Para estudar a validade discriminativa da ESPA utilizou-se o teste não paramétrico de Mann-Whitney, devido à ausência de uma distribuição normal nos dois grupos em todos os domínios, além de desvios severos à normalidade. Resultados: O alpha de Cronbach total da escala é de 0.873 e os alphas das 6 subescalas do ESPA são praticamente todos acima de 0.70 revelando uma boa consistência interna. A consistência temporal da ESPA, avaliada através do ICC e Kappa, é globalmente boa; revelando valores de ICC praticamente todos acima de 0.75 e Kappa entre 0.41 e 0.80 revelando uma concordância moderada a boa. As correlações do processamento oral da PS2 com as subescalas da ESPA oscilam entre 0.190 e 0.455, verificando-se assim correlações fracas a moderadas, referentes à validade convergente. Os resultados revelam que a ESPA possui uma boa validade discriminativa, pois diferencia significativamente entre crianças com e sem problemas alimentares na maioria dos domínios. Conclusão: Através do processamento de dados estatísticos, é seguro concluir que a ESPA demonstra ser uma escala fidedigna, existindo diferenças significativas na maioria dos domínios. Foi também possível apurar a existência de uma correlação moderada entre as subescalas do ESPA e o domínio processamento oral do PS 2. | por |
| dc.identifier.tid | 204180759 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/61594 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ | |
| dc.subject | Avaliação | |
| dc.subject | Escala Sensorial de Problemas Alimentares | |
| dc.subject | PS 2 - Processamento oral | |
| dc.subject | Fidedignidade | |
| dc.subject | Validade | |
| dc.title | Escala Sensorial de Problemas Alimentares | por |
| dc.title.alternative | Fidedignidade e validade da versão portuguesa em crianças com 3 anos de idade | por |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| thesis.degree.grantor | Escola Superior de Saúde do Alcoitão | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Terapia Ocupacional na Especialidade de Integração Sensorial |
