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O Impacto do horário por turnos na eficácia da administração pública e os seus efeitos psicossociais

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Promover a melhoria do bem-estar dos trabalhadores é investir na economia e aumentar a produtividade e/ou melhorar a qualidade dos serviços prestados, para tal, é necessário que o foco de estudo seja a sociedade politicamente articulada e a concepção de que é o ser humano o foco na construção dessa mesma sociedade (Salm e Menegasso, 2009). É nesta perspectiva que surge este estudo com o objectivo de caracterizar os níveis de Bemestar de uma amostra de enfermeiros do Centro Hospitalar Lisboa Norte/ Hospital de Santa Maria, bem como identificar os seus níveis de ansiedade e depressão. Participaram n=173 Enfermeiros, 146 do sexo feminino e 27 do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 23 e os 59 anos (M= 34,79 e DP=8,683). Foram avaliados alguns dos efeitos associados ao trabalho por turnos ao nível da saúde/bem-estar e da vida familiar e social bem como as alterações a nível do estado emocional e depressivo. Os dados foram recolhidos através de um Questionário elaborado para o efeito, do “Hospital Anxiety and Depression Scale”/ Escala de Ansiedade e Depressão Hospitalar e do“Personal Wellbeing Índix/ Escala de Bem- Estar Pessoal, ambas validadas para a população portuguesa. Os resultados obtidos sugerem não existir diferenças significativas nos níveis de bem-estar entre os enfermeiros que trabalham por turnos e os que trabalham em horário de manhãs e tardes, nem quanto ao género, nem quanto ao facto de terem ou não filhos menores. Apesar dos enfermeiros com filhos menores apresentarem níveis de bem-estar mais elevados estes não são estatisticamente significativos. Quanto aos níveis de ansiedade e depressão també se encontraram diferenças significativas embora as médias dos níveis de ansiedade e depressão sejam sempre superiores nos enfermeiros que trabalham por turnos.

Descrição

Palavras-chave

Trabalho por turnos/ Bem-estar/ Trabalhadores/ Administração Pública

Contexto Educativo

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