ISEC Lisboa – Escola de Gestão, Engenharia e Aeronáutica
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- Mobilidade e acessibilidade urbanaPublication . Teixeira, Orozina Maristela João; Teles, PaulaA acessibilidade e a mobilidade são os problemas que batem hoje a engenharia e o planeamento territorial, pois permitem que todos os membros da sociedade se sintam valorizados e realmente integrados. O estudo teve como objetivos saber o estado que se encontra a acessibilidade e a mobilidade no município de Viana e entender, ainda, os problemas que estão na causa da pouca mobilidade e acessibilidade. Portanto, para isto utilizou-se o método de qualitativo com abordagem bibliográfica e de estudo de campo, com aplicação da pesquisa descritiva. A amostra foi constituída por, apenas um município (Viana). Após um breve e profundo estudo sobre as questões e problemáticas levantadas constatou-se que todos os espaços públicos urbanos devem apresentar condições de movimentação para locomoção, para todo e qualquer tipo de pedestre tendo em conta a condição, limitação e capacidades e características de cada indivíduo.
- Vulnerabilidades de Alfama face ao risco sísmicoPublication . Cerdeira, Clarisse Isabel Capelas; Vicêncio, Henrique; Mileu, NelsonA qualidade do edificado urbano é uma componente fundamental no comportamento destas estruturas face à ocorrência de um sismo. Os centros urbanos antigos, pelas suas características estruturais e sociais, apresentam vulnerabilidades acrescidas face a áreas urbanas recentes. A análise da capacidade de resistência de 120 edifícios localizados no Bairro de Alfama em Lisboa, face à ação sísmica, permite concluir que 70 dessas estruturas necessitam de intervenções preventivas. São apresentadas estimativas de custos decorrentes do colapso de edifícios e da remoção de escombros. As características das vias viárias e pedonais associadas à resistência do edificado revelam uma elevada vulnerabilidade, o que dificultará as ações de socorro após um sismo com características destruidoras. Da análise efetuada a este tipo de redes constata-se que cerca de 58% poderá ficar intransitável após um sismo. São sugeridos corredores de emergência e locais destinados a centros de coordenação das operações de socorro. Estas características estruturais associadas às vulnerabilidades sociais, tornam-se preocupantes na medida em que se caraterizará e procurará demonstrar-se o tipo e grau de fragilidades objetivas em que se encontra sujeita a comunidade em estudo. Apresentam-se medidas de mitigação destinadas à salvaguarda do património humano e arquitetónico para que o cenário ocorrido no dia 1 de novembro de 1755 não se repita.
