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- Delinquência Juvenil: contributos para uma reflexão atualizada sobre este fenómeno social criminalPublication . Vilaverde, Helder José Pereira; Machado, PauloA delinquência juvenil é um fenómeno de grande complexidade que tem trazido consequências alarmantes para a sociedade, nomeadamente para a área securitária. A idade dos seus intervenientes, o local onde é praticada e as caraterísticas da delinquência assumem uma especial perversidade, trazendo consequências sociais, nomeadamente no que concerne ao sentimento de (in)segurança. Este fenómeno é multicausal e são muitos os fatores que contribuem para o seu desenvolvimento, exigindo-se uma resposta integrada e multidisciplinar por parte das instituições que têm responsabilidades nesta matéria. A Polícia de Segurança Pública é uma delas, tendo vindo a desenvolver ações voltadas para a sua prevenção e repressão, sobretudo através do Programa Escola Segura. Contudo, a delinquência juvenil contemporânea apresenta novas caraterísticas, colocando-se novos desafios. Desta forma, esta investigação faz uma abordagem sobre o surgimento da delinquência juvenil, passando a caraterizar o fenómeno na atualidade nacional, terminando por clarificar os recursos de resposta que a PSP dispõe, contando com o contributo de especialistas, por meio de entrevistas colocadas a três polícias com experiência profissional nesta área.
- Perfil morfofuncional e psicossocial da mulher polícia dos cursos de formação e da UEP/PSPPublication . Carrilho, Mariana Filipa da Luz Arês Relvas; Massuça, Luís Miguel Rosado da CunhaOBJETIVOS: O estudo pretende (i) estudar as diferenças morfológicas, de aptidão física e psicossociais das mulheres dos Cursos de Formação de Agentes (CFA), Chefes (CFC) e Oficiais (CFO) da Polícia de Segurança Pública (PSP); (ii) estudar as diferenças morfológicas, de aptidão física e psicossociais das mulheres dos Cursos de Formação da PSP e da Unidade Especial de Polícia / Corpo de Segurança Pessoal (UEP/CSP); e (iii) estudar a morfologia da mulher polícia da UEP/CSP. MÉTODO: Participaram neste estudo 102 mulheres, sendo 94 dos três Cursos de Formação da PSP (CFA, n = 48; CFC, n = 18; CFO, n = 28) e 8 da UEP/CSP. Foram realizadas avaliações morfológicas, de aptidão física e psicossociais às mulheres dos Cursos de Formação e da UEP/CSP. As avaliações físicas das mulheres da UEP/CSP foram facultadas pelo Núcleo de Doutrina e Formação Conjunta. RESULTADOS: Observou-se que:(i) as mulheres do CFO apresentam melhor aptidão física que as do CFC e CFA, com destaque para a razão cintura/quadril (RCQ) e a impulsão horizontal; (ii) ao nível psicossocial, as mulheres do CFO possuem grandes níveis de garra e robustez; (iii) as mulheres do CSP possuem um perfil morfológico e de aptidão física superior às que se encontram nos Cursos de Formação; (iv) as variáveis RCQ e Sit-Ups influenciam a probabilidade de as mulheres dos Cursos de Formação integrarem a UEP/CSP; e (v) a morfologia das mulheres do CSP encontra-se acima da média para a sua idade. CONCLUSÕES: A diferença significativa em diversos atributos morfológicos, de aptidão física e psicossociais entre os quatro grupos de mulheres em estudo enfatiza as capacidades destas no que são, momentos diferentes da sua carreira policial. Os resultados sugerem ainda que a idade não é condição impeditiva de uma boa aptidão física.
- Do corpo e da mente: consequências da exposição a acidentes de viação para os polícias de trânsitoPublication . Nunes, Solange Marques; Pais, Lúcia Maria de Sousa Gomes GouveiaA problemática da sinistralidade rodoviária é uma realidade mundial na qual Portugal também se insere. Nos casos em que de um acidente rodoviário resultam mortos ou feridos graves, a presença policial garante a correta participação e gestão do acidente. Para os polícias, o contacto com situações destas, acarreta elevados níveis de stress e, consequentemente, o desenvolvimento de diversas reações, sejam elas psicológicas, físicas ou comportamentais. Nesta investigação procurou-se conhecer os impactos da exposição sistemática a acidentes rodoviários com mortos e feridos graves para o efetivo policial que com eles lida, e quais os mecanismos que os polícias da PSP utilizam para lidar com as consequências daí resultantes. Para isso, realizou-se um estudo qualitativo, tendo-se entrevistado 17 polícias pertencentes à Brigada de Investigação de Acidentes de Viação da Divisão de Trânsito do Comando Metropolitano de Lisboa. Os dados recolhidos foram tratados através da análise de conteúdo. Os resultados revelam o conteúdo do trabalho como origem dos impactos sentidos pelos polícias, as principais consequências psicológicas remetem para sintomas relacionados com fadiga por compaixão, trauma primário e ansiedade, obrigando ao recurso a um conjunto de estratégias de defesa individuais. A procura por ajuda psicológica no seio da instituição não surge como uma opção evidente, reforçando-se o estigma que os polícias mantêm face à saúde mental. Destaca-se a necessidade de uma intervenção multidimensional para a promoção do apoio aos polícias e minimização do estigma.
- The COVID-19 pandemic impact on the Portuguese Physical Education classesPublication . Mendes, Pedro Cabral; Fachada, Miguel; Melo, Ricardo; Campos, Francisco; Nobre, Paulo; Machado-Rodrigues, Aristides M.The restrictions “imposed” to avoid the spread of Covid-19 disease have strongly conditioned the school life of millions of children and youth. However, little is known about the impact of the pandemic on PE classes in Portugal. The purpose of the present study is to describe the perception of secondary and high school students about the impact of the pandemic on PE classes, after the first wave of the COVID-19 outbreak. The sample comprised 1419 students aged from 12 to 16 years from the Portuguese Midlands (53% females, mean age 14,4 years-old); participants responded in person to an anonymous and self-report questionnaire. The results revealed that restrictive measures imposed on PE classes at the end of 2020 had a strong influence on selection of PE curricular contents. Physical condition of students has assumed a major role in PE enrolment. It should be also highlighted that participants revealed the school as a safe space to avoid the risks of SARS-CoV2 contagion. The surveyed students expressed greater satisfaction with the face-to-face than virtual PE classes. It should be noted that the pandemic context did not change the appreciation attributed to this subject by students.
