Percorrer por data de Publicação, começado por "2015-10-30"
A mostrar 1 - 3 de 3
Resultados por página
Opções de ordenação
- Lisboa e Paris: O uso das fichas no Jardim de Infância em dois contextos diferentesPublication . Galvão, Maria; Ribeiro, MariaO presente relatório integra-se na unidade curricular Prática de Ensino Supervisionada (PES), do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, da Escola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich, e descreve um estudo realizado com intuito de perceber e identificar o uso das fichas em práticas educativas aplicadas em dois contextos diferentes. O estudo foi feito a partir da recolha de dados realizada em duas salas de jardim-de-infância: escola de Lisboa e escola de Paris. A partir da intervenção pedagógica realizada no estágio da escola de Lisboa e a observação na escola de Paris, bem como da análise documental dos dois países, procurou-se compreender a perceção de cada um dos professores/ educadores sobre ficha; o propósito de aprendizagem de cada um dos professores/ educadores ao utilizar a ficha; a forma como cada um deles a utiliza e, por último, perceber se a ficha é utilizada pelos professores/ educadores da mesma forma que a explicitam. O trabalho teve como base uma metodologia de investigação de caráter qualitativo, sendo que os dados que a sustentam foram recolhidos pelo método da observação participante e registados através de notas de campo e registos nos caderno de estágio, utilizando a entrevista e a análise documental como técnica complementar. Ao longo do trabalho, apresentam-se quatro situações vivenciadas nos dois contextos, que têm, de alguma forma, aspetos em comum e que, por isso, foram alvo de comparação. Com este trabalho, concluo que a perceção que os dois educadores têm sobre a ficha é diferente e, que, o educador da sala de Lisboa tem duas conceções de ficha: uma coincide com a sua prática, a outra não. Concluo também que cada contexto, aliado à sua cultura e ritmo de trabalho, utiliza as fichas de maneira diferente.
- Prostituição e Lenocínio: Um breve contributo ao debatePublication . Cravo, Pedro Luís MarquesDe forma a analisar a evolução do fenómeno da prostituição ao longo dos tempos, iremos ter em atenção as diversas alterações jurídicas. Demonstraremos, assim, a importância das diversas doutrinas, abordando o abolicionismo, o regime regulamentarista e por fim o regime proibicionista. Deparamo-nos, em 1982 com a despenalização da prostituição e o surgimento do crime do lenocínio (abordando o tráfico de pessoas, hoje previsto no artigo 160.º do Código Penal), o que nos leva a crer que estamos perante uma situação de "vazio legal", pois a prostituição nem é crime, nem é legal, só se podendo criminalizar a exploração sexual através do crime de lenocínio (e numa diferente aceção do tráfico de pessoas). Há várias discussões sobre a possível legalização ou criminalização da prostituição, questão para a qual não há consenso, e seria importante conhecer a realidade destas pessoas que consideramos muito vulneráveis e vítimas, em grand eparte, de possíveis abusos psicológicos, físicos e até sexuais. É importante que a intervenção das diversas instituições que apoiam estas mulheres seja mais ativa favorecendo a estas mulheres a tomada de consciência da sua condição de vítimas e a encarar os seus agressores como tal. Há no fundo três caminhos possíveis relativamente a esta questão: manter o "vazio legal", legalizar ou criminalizar. Atualmente, apenas certas atividades associadas ou conexas com a prostituição, tais como o lenocínio e o tráfico de seres humanos com o fim de exploração sexual são penalizadas. A obtenção de provas para estes crimes é muito difícil, pois as vítimas estão muito fragilizadas, não têm coragem de apresentar testemunhhos ou nno caso de a apresentarem, acabam por sofrer represálias ou ameaças. Existem países em que a prostituição é legal, como é o caso da Alemanha (que sofreu a sua última alteração em 2002 com a aprovação do Prostitutionsgesetz), Holanda (desde a revogação dos artigos 250bis e 432 do WEtboek van Strafrecht em 2000, que o lenocínio foi legalizado em Junho de 2003 com a aprovação do Prostitution Reform Act 2003). Contudo a legalização em vez de diminuir a prostituição fez com que esta tivesse umentado e os níveis de exploração e violência mantiveram-se, em muito casos, iguais! A defesa da legalização está associada a direitos de cuidados de saúde, bem como direitos sociais. No entanto, na prática isso, muitas vezes, não se verifica. Um dos outros caminhos é o de penalização, podendo-se penalizar a vítima ou o cliente (como é o caso da França, desde a aprovação pela Assembleia Nacional da proposition de loi n.º 533 em 12 Junho de 2015 que veio dar uma relação ao artigo 225-12-1 do Code Pénal). Verificamos que apesar de a criminalização da prostituição pretender reduzir este fenómeno, o certo é que tem conduzido a uma maior clandestinidade da atividade, colocando a prostituta numa situação ainda mais frágil e vulnerável. Uma forma de combater a prostituição é através da educação, da mudança de mentalidades e da igualdade de oportunidades de género, o que poderá demorar décadas. Este é um tema melindroso e de difícil tratamento masa que pretendemos discutir, apresentando algumas perspetivas que contribuam para um debate.
- $Z$ boson production in $p+$Pb collisions at $\sqrt{s_{NN}}=5.02$ TeV measured with the ATLAS detectorPublication . ATLAS collaboration (2856 authors); Aguilar-Saavedra, Juan Antonio; Amor Dos Santos, Susana Patricia; Anjos, Nuno; Araque, Juan Pedro; Cantrill, Robert; Carvalho, João; Castro, Nuno Filipe; Conde Muiño, Patricia; Da Cunha Sargedas De Sousa, Mario Jose; Fiolhais, Miguel; Galhardo, Bruno; Gomes, Agostinho; Gonçalo, Ricardo; Jorge, Pedro; Lopes, Lourenco; Machado Miguens, Joana; Maio, Amélia; Maneira, José; Onofre, António; Palma, Alberto; Pedro, Rute; Pina, João Antonio; Pinto, Belmiro; Santos, Helena; Saraiva, João; Silva, José; Tavares Delgado, Ademar; Veloso, Filipe; Wolters, HelmutThe ATLAS Collaboration measures the inclusive production of Z bosons via their decays into electron and muon pairs in p+Pb collisions at sNN=5.02TeV at the Large Hadron Collider. The measurements are made using data corresponding to integrated luminosities of 29.4 and 28.1 nb−1 for Z→ee and Z→μμ, respectively. The results from the two channels are consistent and combined to obtain a cross section times the Z→ℓℓ branching ratio, integrated over the rapidity region |yZ*|<3.5, of 139.8±4.8(statistical)±6.2(systematic)±3.8 (luminosity) nb. Differential cross sections are presented as functions of the Z boson rapidity and transverse momentum and compared with models based on parton distributions both with and without nuclear corrections. The centrality dependence of Z boson production in p+Pb collisions is measured and analyzed within the framework of a standard Glauber model and the model's extension for fluctuations of the underlying nucleon-nucleon scattering cross section.
