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- Diversity and acceptance: views of children and youngstersPublication . Santos, Maria Teresa"Modern societies are becoming more heterogeneous, multiethnic, multicultural, and schools have to deal with an increasing number of children whose characteristics are distinct in a multiplicity of aspects. Reflecting then the social reality, the public school is challenged to answer with quality in order to promote the full potential of its population (Ainscow, 1997; Morgado, 2004; Rodrigues, 2006). Human history is full of examples of segregation and humiliation of individuals and groups whose characteristics did not fit the social patterns and rules. This mechanism of categorizing some as different and deviant, upon which many prejudices were built, are still present in contemporary societies, though in more subtle and covered ways than in the past (França & Monteiro, 2004; Vala & Lima, 2003). School is the ideal context to provide the opportunity to contact with diversity. Young people realize this and are aware of school meaning for social development. But when diversity comes in very salient features, how they see it and react to it? Inscribed in the field of inclusive education, this study focuses on children and youngsters’ perceptions of different aspects of diversity in people (e.g., skin colour, handicap, ethnicity, violent behaviour, social-economic status) on their experience of contact with individuals of the referred groups and on the way they see and conceive relationships with them. The theoretical framework puts into perspective various approaches concerning education and difference, the self and others perception, the interpersonal and group relationships, stereotypes and prejudice and also the strategies to promote positive attitudes towards others. A group of 85 children and youngsters (10, 13 and 16 year-olds) of Beja (Portugal) elementary and secondary schools were interviewed. The data analysis was centred not only on the qualitative aspects of the content but also submitted to statistical procedures. As supported by the literature, it was expected that age, gender and parents’ academic level (independent variables) would influence children’s and youngsters’ perceptions, therefore bringing to light distinct patterns of thought and behaviour. However, in this study, there was no statistic evidence of such differences. As a whole, the results show a group whose perceptions of others, who belong to usually stereotyped and discriminated social categories, are mainly positive and so are the relationships established or foreseen with members of those groups. If skin colour, handicap and social-economic status are consider by the great majority as not offering any problem to relationships, the same is not so unanimous regarding the gipsy ethnic group and here the prejudice is more evident, with many stating how difficult they find to relate with members of this group. In fact, when we look into the various studies, the gipsy ethnic group is the minority group most rejected by the Portuguese Society (Dias et al., 2006; Fonseca et al., 2005; Mendes, 2005). Therefore, this presentation will analyse some of the results and discuss the role of school to promote the acceptance of diversity."
- Reuse of industrial spaces in the South bank of river Tagus’ estuaryPublication . Santos, Maria Eugénia; Matos, Madalena Cunha
- Stability in the Pseudo-state Formalism of Discrete Systems Controlled in the Presence of Intermittent Sensor FaultsPublication . V. Dionísio, R.; Lemos, João M.
- Bounds for Analytic Solutions to Integral Equations in the Complex DomainPublication . Pinelas, Sandra; Agarwal, Ravi P.; O’Regan, Donal
- Caracterização das competências de Liderança dos Oficiais Subalternos de Infantaria em Forças Nacionais DestacadasPublication . Afonso, AdrianoO presente Trabalho de Investigação Aplicada (TIA) encontra-se subordinado ao tema: “Caracterização das Competências de Liderança dos Oficiais Subalternos de Infantaria em FND” e enquadra-se no âmbito do Trabalho Final dos Alunos da Academia Militar Portuguesa. Tem como objectivo a realização de um estudo que possibilite aferir quais as competências de liderança mais utilizadas pelos Oficiais Subalternos de Infantaria do Quadro Permanente (QP), no exercício das suas funções de comando em Forças Nacionais Destacadas (FND). A realização do presente trabalho de investigação obrigou à identificação de um Universo alvo limitado a 92 indivíduos, o qual representa o conjunto de Oficiais Subalternos de Infantaria do QP. Para efeitos de recolha e pesquisa de dados, foi considerada uma amostra de 30 indivíduos, dos quais 10 são Oficiais Subalternos de Infantaria com prática de comando em FND e 20 são Oficiais Subalternos de Infantaria com uma prática de comando sobre Forças em Território Nacional. Através desta investigação procurou-se caracterizar e relacionar as competências de liderança dos Oficiais com comando de Forças em diferentes contextos. Do estudo realizado, concluiu-se que os Oficiais Subalternos de Infantaria, no exercício de funções de Comando em FND, utilizam um conjunto de competências de liderança específicas, que por se inserirem num outro contexto de missão, diferem em parte do conjunto de competências mais utilizadas pelos Oficiais Subalternos de Infantaria no Comando de Forças em Território Nacional.
- A intenção do Comandante e a iniciativa dos subordinados nos baixos escalões do Exército Português em contexto de treino operacionalPublication . Duarte, LuísEste estudo de investigação surge com o objectivo de conhecer os factores que potenciam e/ou condicionam o desenvolvimento da Iniciativa dos Subordinados nos baixos escalões do Exército Português em contexto de treino operacional. O objectivo do estudo consiste em identificar e descrever os factores que potenciam e/ou condicionam o desenvolvimento da Iniciativa dos Subordinados nos baixos escalões do Exército Português, neste caso no escalão companhia, em contexto de treino operacional. A constatação prévia de que a Intenção do Comandante poderia ser um factor potenciador e/ou condicionante da Iniciativa dos Subordinados conduziu, ainda, ao objectivo de identificar e descrever o contributo da compreensão da Intenção do Comandante para a Iniciativa dos Subordinados nos baixos escalões do Exército Português em contexto de treino operacional. O estudo é qualitativo de nível de conhecimentos I, exploratório-descritivo. A recolha de dados foi realizada por meio de entrevista semi-dirigida, a doze militares de uma unidade de escalão de companhia, em contexto de treino operacional e os resultados obtidos foram examinados pelo método de análise de discurso. Do estudo concluiu-se que os entrevistados consideram como principais condicionantes ao desenvolvimento da Iniciativa dos Subordinados a ausência de doutrina, a deficiente formação, a falta de experiência, a incompreensão entre comandantes e subordinados, a falta de motivação, a limitação da liberdade de acção por parte do escalão superior, o medo de errar e a desconfiança entre pares. Como principais potenciadores é de realçar a motivação, a confiança, a tolerância de erro, liberdade de acção, expressão e a participação no planeamento de actividades. O contributo da Intenção do Comandante para a Iniciativa dos Subordinados foi pouco identificado, chegando a existir uma incompreensão do conceito. Denotou-se ainda que os entrevistados não fazem muito uso da Intenção do Comandante, dando mais valor ao Conceito de Operações. Este estudo é um importante contributo para as áreas disciplinares de táctica e liderança, uma vez que os resultados obtidos pelo mesmo permitem a reflexão sobre a prática da Intenção do Comandante e a Iniciativa dos Subordinados.
- A Investigação Criminal na Polícia do ExércitoPublication . Nunes, SérgioEste Trabalho de Investigação Aplicada está relacionado com a Investigação Criminal na Polícia do Exército, quando em missões de Polícia Militar Internacional. Para além de ser importante investigar crimes cometidos por Forças Nacionais destacadas, torna-se também necessário investigar crimes contra as nossas Forças, salvaguardando os militares e os interesses nacionais, que actualmente, existe a lacuna na legislação portuguesa de não estar previsto investigarem-se crimes cometidos contra as forças nacionais. A nível internacional, esta situação resolva -se através do estatuto das Forças e através de acordos com as autoridades locais se estiverem em condições para tal. Surge então a possibilidade da Polícia do Exército fazer investigação criminal quando integrada em Polícias Militares internacionais, tendo como referência a Polícia Militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte e a Polícia Judiciária Militar. Para se proceder ao estudo desta situação o método aplicado foi o Dedutivo através da pesquisa e análise de informação qualitativa e quantitativa de documentos de fontes oficiais. Após exposição e análise de informação sobre a legislação aplicável, Polícias Militares e Métodos e Técnicas de Investigação Criminal conclui-se que a Polícia do Exército não deve adquirir a valência da investigação criminal por razões de custo-benefício.
- Os Esquadrões de Reconhecimento em Missões de Reconhecimento da NATO RESPONSE FORCE e dos BATTLEGROUPSPublication . Albuquerque, AndréO tema deste trabalho de investigação prende-se com a integração dos Esquadrões de Reconhecimento em missões de reconhecimento da North Atlantic Treaty Organization Response Forcee dos Battlegroupsda União Europeia. Para as forças, neste caso os Esquadrões de Reconhecimento do Exército, integrarem em missões de reconhecimento uma North Atlantic Treaty Organization Response Forceou um Battlegroup, têm de satisfazer determinados requisitos, para que sejam aceites. O presente estudo visa assim, analisar a situação actual dos Esquadrões de Reconhecimento, face aos requisitos necessários para integraram esse tipo de forças, identificando as limitações de cada Esquadrão de Reconhecimento. Os resultados obtidos apontam para uma possível integração positiva dos Esquadrões de Reconhecimento nos diferentes tipos de forças de reconhecimento da North Atlantic Treaty Organization Response Force e dos Battlegroups.
- As operações militares de manutenção do Império Português em África: Uma visão sobre as tácticas usadas na perspectiva da doutrina actualPublication . Matias, DiogoNo final século XIX, o espírito colonizador alastra a todos os países da Europa, e em 1884-85, dá-se a Conferência de Berlim, com o intuito de que esses países europeus adoptem regras para a ocupação do território. O resultado desta conferência, foi o tiro de partida para a “corrida a África”, Portugal entra nesta “corrida” apresentando o famoso mapa cor-de-rosa, que unia Angola a Moçambique pelo interior do continente. Contudo, este projecto português colidia com o projecto Inglês de Cecil Rhodes que pretendia ligar o Cabo ao Cairo. Neste sentido, a sua velha aliada emite o Utimatum Britânico caindo por terra o espírito expansionista. Portugal vira-se para a pacificação dos seus territórios, em 1895 - Moçambique e 1907 - Angola, que viviam um clima de insegurança, face à rejeição de Gungunhana prestar vassalagem ao Rei, e em Angola a face à hostilidade dos Cuamatos em subjugarem-se a Portugal. Quando a 1ª Guerra Mundial tem inicio, Portugal assume uma posição de neutralidade, no entanto face aos ataques que a Alemanha efectuou nas colónias, Portugal é obrigado a entrar no conflito com o intuito de defender o seu território colonial em África, alvo de forte cobiça e de salvaguardar um lugar na conferência de paz, onde se iria jogar o futuro mapa colonial. No após 2ª Guerra Mundial, os sentimentos nacionalistas cresciam entre os mestiços (povos de raça mista) e os assimilados (na sua maioria mestiços legalmente assimilados pela cultura portuguesa). Durante os anos 50, o crescente clima revolucionário no ultramar intensificou-se, contudo este clima colidia com a filosofia portuguesa que se opunha a romper com os laços coloniais e encetar a descolonização. Os ventos da mudança percorriam o solo africano, contudo, o regime rejeitava efectuar eleições democráticas ou a descolonizar. Face a um contexto Internacional, onde emergia uma onda crescente de descolonização e a um contexto Nacional, no qual se iniciam os primeiros sinais contra o regime, Portugal vira-se com todos os seus dispositivos para a defesa das suas colónias, combatendo na Guerra Colonial desde 1961 a 1974 vindo a perder todo o seu Império.
- A Fortaleza de Almeida e o Eixo da BeiraPublication . Pina, FilipeA escolha do Eixo da Beira tornou-se uma das mais importantes decisões da Campanha comandada por Massena em Portugal. Esta e as demais Invasões francesas em Portugal são um marco incontornável na história do País. Muito se tem debatido acerca destas campanhas; Quantas foram? Quando começaram? Até o conceito “Invasões” tem suscitado discórdia entre historiadores. Alcançar e ocupar a capital dum país é normalmente o objectivo estratégico duma invasão. Se na Campanha que comandada pelo general Junot chegar rapidamente a Lisboa foi um objectivo facilmente identificável; a invasão do general Soult já requer uma análise mais cuidada dos factos para o perceber. Neste ano em que se comemoram 200 anos da Campanha comandada pelo general Massena, esta investigação incide sobre alguns dos factores que influenciaram os comandantes e tomar determinadas decisões. As escolhas relacionadas com a selecção do eixo de entrada em Portugal, a aproximação a Viseu, os primeiros confrontos, a importância das praças de Almeida e Ciudad Rodrigo são alvo de estudo nesta investigação. Enlevam-se sobretudo as decisões tácticas e as suas repercussões na campanha. São apresentadas várias modalidades de acção possíveis para um determinado episódio e procura-se, fazendo uso dos instrumentos actuais, determinar aquela que seria a mais acertada.
