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- Caracterização das competências de Liderança dos Oficiais Subalternos de Infantaria em Forças Nacionais DestacadasPublication . Afonso, AdrianoO presente Trabalho de Investigação Aplicada (TIA) encontra-se subordinado ao tema: “Caracterização das Competências de Liderança dos Oficiais Subalternos de Infantaria em FND” e enquadra-se no âmbito do Trabalho Final dos Alunos da Academia Militar Portuguesa. Tem como objectivo a realização de um estudo que possibilite aferir quais as competências de liderança mais utilizadas pelos Oficiais Subalternos de Infantaria do Quadro Permanente (QP), no exercício das suas funções de comando em Forças Nacionais Destacadas (FND). A realização do presente trabalho de investigação obrigou à identificação de um Universo alvo limitado a 92 indivíduos, o qual representa o conjunto de Oficiais Subalternos de Infantaria do QP. Para efeitos de recolha e pesquisa de dados, foi considerada uma amostra de 30 indivíduos, dos quais 10 são Oficiais Subalternos de Infantaria com prática de comando em FND e 20 são Oficiais Subalternos de Infantaria com uma prática de comando sobre Forças em Território Nacional. Através desta investigação procurou-se caracterizar e relacionar as competências de liderança dos Oficiais com comando de Forças em diferentes contextos. Do estudo realizado, concluiu-se que os Oficiais Subalternos de Infantaria, no exercício de funções de Comando em FND, utilizam um conjunto de competências de liderança específicas, que por se inserirem num outro contexto de missão, diferem em parte do conjunto de competências mais utilizadas pelos Oficiais Subalternos de Infantaria no Comando de Forças em Território Nacional.
- A intenção do Comandante e a iniciativa dos subordinados nos baixos escalões do Exército Português em contexto de treino operacionalPublication . Duarte, LuísEste estudo de investigação surge com o objectivo de conhecer os factores que potenciam e/ou condicionam o desenvolvimento da Iniciativa dos Subordinados nos baixos escalões do Exército Português em contexto de treino operacional. O objectivo do estudo consiste em identificar e descrever os factores que potenciam e/ou condicionam o desenvolvimento da Iniciativa dos Subordinados nos baixos escalões do Exército Português, neste caso no escalão companhia, em contexto de treino operacional. A constatação prévia de que a Intenção do Comandante poderia ser um factor potenciador e/ou condicionante da Iniciativa dos Subordinados conduziu, ainda, ao objectivo de identificar e descrever o contributo da compreensão da Intenção do Comandante para a Iniciativa dos Subordinados nos baixos escalões do Exército Português em contexto de treino operacional. O estudo é qualitativo de nível de conhecimentos I, exploratório-descritivo. A recolha de dados foi realizada por meio de entrevista semi-dirigida, a doze militares de uma unidade de escalão de companhia, em contexto de treino operacional e os resultados obtidos foram examinados pelo método de análise de discurso. Do estudo concluiu-se que os entrevistados consideram como principais condicionantes ao desenvolvimento da Iniciativa dos Subordinados a ausência de doutrina, a deficiente formação, a falta de experiência, a incompreensão entre comandantes e subordinados, a falta de motivação, a limitação da liberdade de acção por parte do escalão superior, o medo de errar e a desconfiança entre pares. Como principais potenciadores é de realçar a motivação, a confiança, a tolerância de erro, liberdade de acção, expressão e a participação no planeamento de actividades. O contributo da Intenção do Comandante para a Iniciativa dos Subordinados foi pouco identificado, chegando a existir uma incompreensão do conceito. Denotou-se ainda que os entrevistados não fazem muito uso da Intenção do Comandante, dando mais valor ao Conceito de Operações. Este estudo é um importante contributo para as áreas disciplinares de táctica e liderança, uma vez que os resultados obtidos pelo mesmo permitem a reflexão sobre a prática da Intenção do Comandante e a Iniciativa dos Subordinados.
- A Investigação Criminal na Polícia do ExércitoPublication . Nunes, SérgioEste Trabalho de Investigação Aplicada está relacionado com a Investigação Criminal na Polícia do Exército, quando em missões de Polícia Militar Internacional. Para além de ser importante investigar crimes cometidos por Forças Nacionais destacadas, torna-se também necessário investigar crimes contra as nossas Forças, salvaguardando os militares e os interesses nacionais, que actualmente, existe a lacuna na legislação portuguesa de não estar previsto investigarem-se crimes cometidos contra as forças nacionais. A nível internacional, esta situação resolva -se através do estatuto das Forças e através de acordos com as autoridades locais se estiverem em condições para tal. Surge então a possibilidade da Polícia do Exército fazer investigação criminal quando integrada em Polícias Militares internacionais, tendo como referência a Polícia Militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte e a Polícia Judiciária Militar. Para se proceder ao estudo desta situação o método aplicado foi o Dedutivo através da pesquisa e análise de informação qualitativa e quantitativa de documentos de fontes oficiais. Após exposição e análise de informação sobre a legislação aplicável, Polícias Militares e Métodos e Técnicas de Investigação Criminal conclui-se que a Polícia do Exército não deve adquirir a valência da investigação criminal por razões de custo-benefício.
- Os Esquadrões de Reconhecimento em Missões de Reconhecimento da NATO RESPONSE FORCE e dos BATTLEGROUPSPublication . Albuquerque, AndréO tema deste trabalho de investigação prende-se com a integração dos Esquadrões de Reconhecimento em missões de reconhecimento da North Atlantic Treaty Organization Response Forcee dos Battlegroupsda União Europeia. Para as forças, neste caso os Esquadrões de Reconhecimento do Exército, integrarem em missões de reconhecimento uma North Atlantic Treaty Organization Response Forceou um Battlegroup, têm de satisfazer determinados requisitos, para que sejam aceites. O presente estudo visa assim, analisar a situação actual dos Esquadrões de Reconhecimento, face aos requisitos necessários para integraram esse tipo de forças, identificando as limitações de cada Esquadrão de Reconhecimento. Os resultados obtidos apontam para uma possível integração positiva dos Esquadrões de Reconhecimento nos diferentes tipos de forças de reconhecimento da North Atlantic Treaty Organization Response Force e dos Battlegroups.
- As operações militares de manutenção do Império Português em África: Uma visão sobre as tácticas usadas na perspectiva da doutrina actualPublication . Matias, DiogoNo final século XIX, o espírito colonizador alastra a todos os países da Europa, e em 1884-85, dá-se a Conferência de Berlim, com o intuito de que esses países europeus adoptem regras para a ocupação do território. O resultado desta conferência, foi o tiro de partida para a “corrida a África”, Portugal entra nesta “corrida” apresentando o famoso mapa cor-de-rosa, que unia Angola a Moçambique pelo interior do continente. Contudo, este projecto português colidia com o projecto Inglês de Cecil Rhodes que pretendia ligar o Cabo ao Cairo. Neste sentido, a sua velha aliada emite o Utimatum Britânico caindo por terra o espírito expansionista. Portugal vira-se para a pacificação dos seus territórios, em 1895 - Moçambique e 1907 - Angola, que viviam um clima de insegurança, face à rejeição de Gungunhana prestar vassalagem ao Rei, e em Angola a face à hostilidade dos Cuamatos em subjugarem-se a Portugal. Quando a 1ª Guerra Mundial tem inicio, Portugal assume uma posição de neutralidade, no entanto face aos ataques que a Alemanha efectuou nas colónias, Portugal é obrigado a entrar no conflito com o intuito de defender o seu território colonial em África, alvo de forte cobiça e de salvaguardar um lugar na conferência de paz, onde se iria jogar o futuro mapa colonial. No após 2ª Guerra Mundial, os sentimentos nacionalistas cresciam entre os mestiços (povos de raça mista) e os assimilados (na sua maioria mestiços legalmente assimilados pela cultura portuguesa). Durante os anos 50, o crescente clima revolucionário no ultramar intensificou-se, contudo este clima colidia com a filosofia portuguesa que se opunha a romper com os laços coloniais e encetar a descolonização. Os ventos da mudança percorriam o solo africano, contudo, o regime rejeitava efectuar eleições democráticas ou a descolonizar. Face a um contexto Internacional, onde emergia uma onda crescente de descolonização e a um contexto Nacional, no qual se iniciam os primeiros sinais contra o regime, Portugal vira-se com todos os seus dispositivos para a defesa das suas colónias, combatendo na Guerra Colonial desde 1961 a 1974 vindo a perder todo o seu Império.
- A Fortaleza de Almeida e o Eixo da BeiraPublication . Pina, FilipeA escolha do Eixo da Beira tornou-se uma das mais importantes decisões da Campanha comandada por Massena em Portugal. Esta e as demais Invasões francesas em Portugal são um marco incontornável na história do País. Muito se tem debatido acerca destas campanhas; Quantas foram? Quando começaram? Até o conceito “Invasões” tem suscitado discórdia entre historiadores. Alcançar e ocupar a capital dum país é normalmente o objectivo estratégico duma invasão. Se na Campanha que comandada pelo general Junot chegar rapidamente a Lisboa foi um objectivo facilmente identificável; a invasão do general Soult já requer uma análise mais cuidada dos factos para o perceber. Neste ano em que se comemoram 200 anos da Campanha comandada pelo general Massena, esta investigação incide sobre alguns dos factores que influenciaram os comandantes e tomar determinadas decisões. As escolhas relacionadas com a selecção do eixo de entrada em Portugal, a aproximação a Viseu, os primeiros confrontos, a importância das praças de Almeida e Ciudad Rodrigo são alvo de estudo nesta investigação. Enlevam-se sobretudo as decisões tácticas e as suas repercussões na campanha. São apresentadas várias modalidades de acção possíveis para um determinado episódio e procura-se, fazendo uso dos instrumentos actuais, determinar aquela que seria a mais acertada.
- As Unidades a Cavalo na Contra-subversão no Ultramar PortuguêsPublication . Pinto, LuísNo início da década de 60 Portugal foi confrontado com acções de movimentos independentistas nas suas províncias ultramarinas. Inicialmente é Angola com os seus movimentos subversivos a primeira das três províncias a entrar em guerra. A resposta portuguesa é rápida e surge pouco depois do inicio do conflito com a doutrina portuguesa de contra-subversão em que é apresentada como base do exército as forças de caçadores. Estas forças bastante semelhantes com as de Infantaria mas mais aligeiradas começam a apresentar algumas lacunas, principalmente para cumprir missões como forças de intervenção. São então criadas várias forças com o intuito de suprimir essas falhas e realizar um eficaz combate à subversão. Para além das Forças Especiais Portugal começa a utilizar forças de nativos e até tropa a cavalo, também denominados Dragões. Embora inicialmente esta ideia fosse um pouco controversa a verdade é que depois da experiência em 1967 no Leste de Angola com um pelotão e de se ter provado a eficácia desta força em terreno favorável começa a ser constituído um Esquadrão a cavalo. Pouco tempo depois formava-se o segundo e a experiência alargava-se à província de Moçambique. A velocidade, as cargas, o raio de acção elevado e uma autonomia superior são apenas algumas das vantagens que esta força possuía face aos caçadores. Tacticamente os Dragões começam por fazer operações de reconhecimento mas rapidamente passam a executar operações planeadas devido não só às suas capacidades o permitirem mas também aos reduzidos efectivos das guerrilhas inimigas. Este tipo de força inicialmente duvidosa torna-se num dos mais eficazes investimentos do Exército na luta contra a subversão e acaba mesmo por ser copiada anos mais tarde na Rodésia e na África do Sul.
- Mouzinho de Albuquerque e António de Spínola:Uma visão comparada da sua acção Política e Militar em África.Publication . Fernandes, LuísO presente trabalho tem como objectivo principal a divulgação e partilha de conhecimento ao nível da história militar e da arma de Cavalaria. Com este tema pretende-se focar duas épocas nas quais existiu, em redor, quer da metrópole Lisboa quer das colónias Moçambique e Guiné-Bissau muita controvérsia, em que ambas as personagens foram nomeadas governadores militares das respectivas províncias, numa altura da história Portuguesa em que Mouzinho de Albuquerque foi importante nas Campanhas de África, bem como António de Spínola foi no auge da Guerra colonial. Caracterizando a acção Politica e Militar das personagens, pretende-se que o leitor fique a compreender a articulação entre as soluções militares e politicas propostas por cada um, bem como as estratégias desenvolvidas e as limitações e dificuldades reconhecidas. A metodologia utilizada na elaboração do trabalho baseou-se na pesquisa documental sobre fontes primárias e bibliográficas, directamente relacionadas com o tema a explorar. Chegou-se à conclusão que as opções militares adoptadas foram na grande maioria das vezes as mais acertadas, embora as opções políticas ficassem aquém do esperado, não por culpa das duas personagens, mas sim por culpa do governo da Metrópole.
- As forças Nacionais Destacadas e a Cooperação Civil-MilitarPublication . Gouveia, HugoA população civil tem feito parte integrante dos conflitos e das guerras, resultando desta realidade, uma inevitável interacção das forças militares com os actores civis. Esta interacção, a que podemos chamar de Cooperação Civil-Militar, tem-se tornado, consequentemente, uma questão chave dos níveis político ao táctico para todos os actores envolvidos. Um comandante no seu planeamento deve ter em consideração todos os aspectos relacionados com os civis presentes no Teatro de Operações (TO). Devem ser criadas as condições necessárias para a cooperação entre a força militar e as autoridades civis, com o objectivo de cumprir a missão que lhe é designada e aumentar a aceitação e a protecção da força no TO. Este Trabalho de Investigação Aplicada visa o estudo do impacto da Cooperação CivilMilitar na conduta das operações em Timor-Leste. Sendo assim, na primeira parte efectuase uma abordagem conceptual onde apresentamos o conceito da Cooperação Civil-Militar segundo a doutrina da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) e a doutrina Norte Americana, referimos a organização e o aprontamento das Forças Nacionais Destacadas (FND) e as actividades de Cooperação Civil-Militar desenvolvidas. A segunda parte reporta-se à análise da actuação das FND no âmbito da Cooperação Civil-Militar e às conclusões e recomendações. A primeira parte tem por base a consulta bibliográfica e a análise documental. Na segunda parte recorreu-se a diversas entrevistas junto de oficiais que participaram nas missões de paz de Timor-Leste, com o objectivo de saber se a cooperação Civil-Militar teve algum impacto na condução das operações por parte das FND. Chegou-se à conclusão que a Cooperação Civil-Militar teve um grande impacto na condução das operações das FND, sendo um instrumento essencial na obtenção de informações e no estabelecimento de um ambiente propício ao prosseguimento da missão no Teatro de Operações de Timor-Leste.
- A Gestão do Risco associada ao cumprimento de Operações de Resposta a Crises, no AfeganistãoPublication . Santos, GabrielO presente trabalho tem por tema “A Gestão do RiscoAssociada ao Cumprimento de Operações de Resposta a Crise, no Afeganistão ”. Tem como objectivo final identificar um conjunto de controlos que podem ser implementados durante a realização das tarefas operacionais exigidas a uma Unidade Escalão Companhia (UEC) no Teatro de Operações (TO) do Afeganistão. Os controlos identificados, depois de implementados, visam eliminar ou reduzir o risco a um nível que se considere aceitável. Esta investigação desenvolve-se com base no processo de avaliação e gestão do risco (PAGR) aplicado às tarefas operacionais exigidas à Força Nacional Destacada (FND) projectada no Afeganistão. Utilizamos a análise documental, para numa primeira fase, expor a doutrina de referência relativa ao tema. Numa segunda fase, fizemos a caracterização do TO do Afeganistão, com vista à identificação da ameaça. Este objectivo teve por finalidade criar uma base de estudo que nos proporcionasse a identificação dos perigos inerentes. Por fim, e numa terceira fase, apresentamos uma possível gestão do risco para o cumprimento das tarefas operacionais exigidas à FNDnaquele TO. A gestão do risco que se encontra no “apêndice D” constitui a essência do estudo que desenvolvemos. Constatámos que é possível identificar controlos que minimizem o risco associado às tarefas identificadas. A aplicação desses controlos visa eliminar ou reduzir o risco a um nível tolerável, tentando preservar o potencial de combate, o máximo possível. Importa tomar em consideração que a avaliação e gestão do risco não visa eliminar todos os riscos, mas antes, os que se considerem desnecessários correr, mantendo o desígnio relativo ao cumprimento da missão. O estudo aqui realizado constitui-se numa ferramenta importante para o apoio à tomada da decisão do comandante. Este entendimento é mais evidente se a avaliação e gestão do risco, for devidamente integrada no Processo de Decisão Militar (PDM), conforme iremos constatar ao longo do presente estudo. Em suma, o presente estudo poderá ser utilizado na avaliação e gestão do risco de forças a preparar para o exterior do território nacional. A sua aplicação na fase de aprontamento é evidente. Além disso, poderá ser estendido à fase da condução das operações militares.
