Browsing by Author "Vilar, Ana Isabel"
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- Aplicação do modelo dinâmico de avaliação e intervenção familiar aos cuidados continuadosPublication . Pinho, Joana; Viseu, Inês; Carvalho, Dayane; Sousa, Sara; Figueiredo, Maria; Vilar, Ana IsabelEnquadramento:oModelo Dinâmico de Avaliação e Intervenção Familiar (MDAIF) reporta-se à relação entre os elementos da família que evoluem numa interação recíproca (Figueiredo, 2012). Dinâmico e flexível, permite a mobilização dos seus componentes nos diversos níveis de atuação do enfermeiro. Objetivos:identificar diagnósticos e intervenções dirigidas à família, no sentido de obter ganhos em saúde para a pessoa, tendo a família como parceira de cuidados. Metodologia:estudo de caso, em contexto de cuidados continuados, sendo o MDAIF o referencial teórico e operativo. Para a colheita de dados recorreu-se à análise documental dos registos do processo clínico e entrevistas à pessoa em situação de internamento, filha e genro. Foram considerados todos os princípios éticos. Resultados:identificou-se como diagnóstico que requereu intervenção: Processo Familiar Disfuncional, manifestado por Comunicação Familiar Não Eficaz, no âmbito da Comunicação Emocional. Recorreu-se à técnica de intervenção familiar sistémica –abordagens narrativas enquanto ação que concretiza a intervenção “Promover a comunicação expressiva das emoções”. A construção de uma nova narrativa transformou a desmotivação para a reabilitação num aumento da potencialidade de adesão, verificando-se evolução na dependência de grau moderado para leve. Conclusão:oMDAIF pode ser aplicado tendo como alvo a pessoa e a família como contexto.
- Atitudes dos enfermeiros face à família: validação da escala Families’ Importance in Nursing Care - Nurses AttitudesPublication . Oliveira, Palmira; Fernandes, Ilda; Vilar, Ana Isabel; Figueiredo, Maria; Reis Santos, Margarida; Martinho, Júlia; Barbieri-Figueiredo, MC; Andrade, Luísa; Carvalho, José Carlos; Martins, MMAs atitudes que os enfermeiros adotam em relação à família condicionam o processo de cuidar. Nosso propósito com este estudo foi nesse senti do: dispor de um instrumento que nos permitisse conhecer esta variável. Assim, nossa proposta foi efetuar a adaptação transcultural e avaliar as propriedades psicométricas da versão portuguesa do instrumento Families’ Importance in Nursing Care – Nurses Atitudes (FINC-NA), que visa avaliar as atitudes dos enfermeiros acerca da importância de envolver a família nos cuidados de enfermagem. Foi seguido o método preconizado pela literatura. A amostra foi consti tuída por 136 enfermeiros dos Cuidados de Saúde Primários. Os resultados obti dos nos testes de confi abilidade revelam uma boa consistência interna para o total dos itens (Alpha de Cronbach = 0,87). O estudo psicométrico permite- -nos afi rmar que a versão em português da FINC-NA, que denominamos A importância das famílias nos cuidados de enfermagem – ati tudes dos enfermeiros (IFCE-AE), é um instrumento fi dedigno e válido.
- Atitudes, Conceções e Práticas dos Enfermeiros na Prestação de Cuidados às Famílias em Cuidados de Saúde PrimáriosPublication . Barbieri-Figueiredo, MC; Reis Santos, Margarida; Andrade, Luísa; Vilar, Ana Isabel; Martinho, Júlia; Fernandes, IldaIntrodução: Assistir as famílias numa perspetiva sistémica, quer para promover a saúde, através do adoção de estilos de vida saudáveis, quer para promover o autocuidado no sentido de diminuir ou aliviar os sofrimentos emocionais, físicos e espirituais da doença, requer o aprofundamento e/ou aquisição de conhecimentos e habilidades de intervenção dirigidas à família. São muitos os fatores que contribuem para que os cuidados de enfermagem se mantenham centrados no indivíduo e não na família, desde as representações dos enfermeiros sobre família e enfermagem de família, a metodologia da organização dos cuidados de enfermagem, a escassez de recursos humanos e materiais até aos conteúdos e metodologias de formação. Metodologia: Os dados foram colhidos através de um questionário on-line constituído por 2 Escalas: “A Importância das Famílias nos Cuidados de Enfermagem – Atitudes dos Enfermeiros (IFCE-AE)”, e “Percepção dos Enfermeiros sobre a Enfermagem com Famílias (PEEF)”, numa amostra de 244 enfermeiros que exercem funções em Contexto comunitário na Administração Regional de Saúde do Norte. Resultados: Os valores médios obtidos na versão modificada da Escala “Importância da Família nos Cuidados de Enfermagem - Atitudes dos Enfermeiros (IFCE-AE)” foram superiores a 4 nas subescalas Família: parceiro dialogante e recurso de coping (4,17) e Família: recurso nos cuidados de enfermagem (4,32), e inferiores a 2 na subescala Família como um fardo (1,99). Na Escala “Percepção dos Enfermeiros sobre a Enfermagem com Famílias (PEEF)” obtivemos valores médios de 2,60 na subescala Perceção da Prática da Enfermagem com Famílias e 3,37 na subescala Importância Atribuída à Enfermagem com Famílias. Conclusão: Os valores obtidos em ambas as escalas evidenciam que os enfermeiros que exercem as suas funções em contexto comunitário possuem atitudes favoráveis à inclusão das famílias nos cuidados de enfermagem e atribuem elevada importância à enfermagem centrada famílias. Essas atitudes são potencializadas pela formação pós-graduada, quer a formação numa área especializada da enfermagem, quer a formação específica na área da enfermagem de família.
- Autogestão da doença crónica: dos modelos aos programas de intervençãoPublication . Sousa, Maria Rui; Vilar, Ana Isabel; Sousa, Clemente Neves; Bastos, Fernanda
- Dos fatores de risco às metodologias de avaliação do risco das lesões musculoesqueléticas relacionadas com o trabalhoPublication . Ribeiro, Olga; Vilar, Ana Isabel; Vilela, Carlos; Borges, Elisabete; Moura, Maria Isabel
- A Família e a Autogestão dos Processos de Saúde Doença: o caso da diabetes tipo 2Publication . Vilar, Ana Isabeldo envelhecimento da população e do expressivo aumento das doenças crónicas, entre as quais a diabetes, compõem um cenário que configura uma nova realidade nas necessidades de cuidados por parte dos indivíduos, das famílias e das comunidades. Esta nova realidade coloca novos desafios aos serviços de saúde, na sua busca por resultados traduzidos em ganhos em saúde. Estes, apesar de atribuíveis à acção dos profissionais, estão directamente relacionados com a capacidade de autogestão (nas suas dimensões clínica, das emoções e de papéis), das pessoas portadoras de doença crónica e das suas famílias, que com ela(s) convivem diariamente e a cujas exigências e desafios deverão estar habilitados a responder eficazmente. A este quadro acresce a evidência de não controlo da(s) doença(s) e de baixos níveis de adesão aos regimes terapêuticos, normalmente muito complexos, que exigem competências de autocuidado e alterações, por vezes significativas, nos modos de vida. Toda esta complexidade faz emergir a urgência de mudar de paradigma na abordagem da pessoa portadora de doença crónica e da sua família que, numa perspectiva macro e meso-sistémica, se traduz nas decisões políticas e na organização dos serviços. Estes foram tradicionalmente desenhados para responder às doenças agudas, sendo que o papel do doente e da família é mais de receptor passivo de cuidados do que de parceiro e interveniente activo nas decisões terapêuticas, tomadas em conjunto com os profissionais e que decorrem no nível micro-sistémico, da inter-relação produtiva entre aqueles atores do processo terapêutico
- Gestão da pandemia COVID-19 numa Escola de Enfermagem Portuguesa: um relato de experienciaPublication . Vilar, Ana Isabel; Bastos, Celeste; Araújo, F.; Joana Campos, Maria; Puga Machado, Paulo Alexandre; Abreu, MargaridaIntrodução: A pandemia COVID-19, decretada pela OMS em março de 2020, originou enormes desafios. As instituições de ensino viram-se confrontadas com a necessidade de tomar medidas para controlar a disseminação da doença. Para manter a comunidade escolar segura, desenvolveu- se um plano de contingência abrangente para que toda a comunidade educativa se sentisse envolvida e apta a seguir as medidas propostas. Objetivos: (I) Descrever o processo de construção de um plano de contingência para responder à situação de pandemia COVID-19, numa Escola Superior de Enfermagem; (II) Descrever a implementação do plano de contingência e sua adequação, em função da evolução da situação pandémica e (III) Descrever os principais desafios encontrados e as estratégias corretivas adotadas. Metodologia: Relato de experiência da construção e implementação do plano de contingência da Instituição. Foi nomeada uma Equipa de Plano de Contingência que elaborou um plano em conformidade com as orientações das diversas entidades reguladoras da saúde, estruturado em quatro tópicos: 1) organização de estruturas; 2) formação; 3) organização das atividades letivas e laborais; 4) acompanhamento e monitorização. Foram, ainda, elaborados vários documentos orientadores de práticas seguras, destinados à readequação do processo ensino-aprendizagem e à segurança dos colaboradores e estudantes. Resultados: Foi instituída uma sala de isolamento para apoio às situações de casos suspeitos, em cada edifício. Reorganizaram-se os espaços para garantir distâncias de segurança; disponibilizaram-se antisséticos em pontos estratégicos para promover a higienização das mãos; adotou-se sinalética para facilitar a circulação das pessoas; alteraram-se dinâmicas internas e procedimentos específicos; organizaram-se sessões de esclarecimento dirigidas aos professores e formação online, para estudantes e funcionários não docentes, e formação presencial para as equipas de limpeza e de apoio e vigilância. Para monitorizar a evolução da pandemia na comunidade escolar, foi criado um processo de notificação/registo de casos. Conclusões: O plano de contingência tem respondido às necessidades da instituição. Mostrou-se dinâmico e flexível, sendo sempre ajustado de acordo com as normas/orientações nacionais e em parceria com as Autoridades de Saúde Locais. As mudanças implementadas mostraram-se eficazes e tiveram a adesão da comunidade escolar, que passou a integrar as novas regras no seu dia a dia. O número muito reduzido de casos com origem na instituição parece ser revelador do sucesso das medidas implementadas.
- Intervenções preventivas das lesões musculoesqueléticas relacionadas com o trabalhoPublication . Ribeiro, Olga; Vilar, Ana Isabel; Vilela, Carlos; Borges, Elisabete; Moura, Maria Isabel
- Intervenções promotoras de ambientes de trabalho saudáveis dos enfermeiros durante a pandemia por COVID-19: scoping reviewPublication . Ribeiro, Cátia Sofia Teixeira; Prata, Ana Paula; Lumini Landeiro, Maria José; Reis Santos, Margarida; Vilar, Ana Isabel; Vilela, Carlos
- Jornadas Internacionais de Enfermagem Comunitária 2014: Livro de comunicações e conferênciasPublication . Abreu, Margarida; Sarmento, Teresa; Teixeira, Manuela; Peixoto, Maria José; Araújo, F.; Freire, R.M.A.; Bastos, Fernanda; Borges, Elisabete; Silva Rocha Cantante, Ana Paula; Vilar, Ana Isabel
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