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A Família e a Autogestão dos Processos de Saúde Doença: o caso da diabetes tipo 2

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Authors

Vilar, Ana Isabel

Advisor(s)

Abstract(s)

do envelhecimento da população e do expressivo aumento das doenças crónicas, entre as quais a diabetes, compõem um cenário que configura uma nova realidade nas necessidades de cuidados por parte dos indivíduos, das famílias e das comunidades. Esta nova realidade coloca novos desafios aos serviços de saúde, na sua busca por resultados traduzidos em ganhos em saúde. Estes, apesar de atribuíveis à acção dos profissionais, estão directamente relacionados com a capacidade de autogestão (nas suas dimensões clínica, das emoções e de papéis), das pessoas portadoras de doença crónica e das suas famílias, que com ela(s) convivem diariamente e a cujas exigências e desafios deverão estar habilitados a responder eficazmente. A este quadro acresce a evidência de não controlo da(s) doença(s) e de baixos níveis de adesão aos regimes terapêuticos, normalmente muito complexos, que exigem competências de autocuidado e alterações, por vezes significativas, nos modos de vida. Toda esta complexidade faz emergir a urgência de mudar de paradigma na abordagem da pessoa portadora de doença crónica e da sua família que, numa perspectiva macro e meso-sistémica, se traduz nas decisões políticas e na organização dos serviços. Estes foram tradicionalmente desenhados para responder às doenças agudas, sendo que o papel do doente e da família é mais de receptor passivo de cuidados do que de parceiro e interveniente activo nas decisões terapêuticas, tomadas em conjunto com os profissionais e que decorrem no nível micro-sistémico, da inter-relação produtiva entre aqueles atores do processo terapêutico

Description

Keywords

Diabetes tipo 2 Doença Crónica Autogestão Família

Pedagogical Context

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Publisher

Escola Superior de Enfermagem do Porto