Percorrer por autor "Nogueira, Paulo Jorge"
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- Fatores de risco de lesões não intencionais em ambiente doméstico/familiar em criançasPublication . RAMOS, Ana Lúcia; Nunes, Lucília; Nogueira, Paulo JorgeAs lesões não intencionais em ambiente doméstico/familiar em crianças constituem uma das principais causas de morte em vários países de todo o mundo, incluindo Portugal, evidenciando a necessidade de intervenção. O presente artigo visa conhecer os fatores de risco de lesão não intencional em ambiente doméstico/familiar em crianças até aos 4 anos, que se encontram descritos na literatura. A pesquisa foi realizada em março de 2011 e os estudos selecionados utilizando a metodologia PI[C]OS, de acordo com os critérios definidos. Foram identificados 32 artigos, a maioria de abordagem quantitativa. Da análise ressaltaram fatores de risco, de diferentes dimensões e níveis de ação, o que é coerente com a origem multifacetada associada à problemática em estudo. De acordo com os resultados dos estudos, existem fatores de risco relacionados com as características da própria criança, bem como com as características da família que a criança integra. O ambiente doméstico/familiar e os comportamentos de risco adotados pela família também se constituíram como resultados do estudo. O conhecimento dos fatores de risco de lesões não intencionais na infância constitui uma base profícua para estudos futuros, possibilitando a intervenção objetiva e adaptada à criança/família tendo em conta os fatores de risco associados.
- Hepatitis C antibody prevalence and behavioral correlates in people who inject drugs attending harm reduction services in Lisbon, PortugalPublication . Curado, Adriana; Nogueira, Paulo Jorge; Virgolino, Ana; Santa Maria, João; Mendão, Luís; Furtado, Cristina; Antunes, FranciscoThe hepatitis C virus (HCV) infection is an important public health problem, affecting millions of people worldwide. People who inject drugs (PWID) are at increased risk of HCV infection due to, among other factors, widespread unsafe injecting practices, such as sharing of infected equipment or unprotected sexual practices. In Portugal, there is a lack of data regarding the proportion of infected persons through injecting drug use. This study aimed to evaluate the anti-HCV prevalence and behavioral correlates of infection in PWID attending harm reduction services in the Metropolitan Area of Lisbon, Portugal. A cross-sectional study with a purposive sample of PWID was undertaken between March 2018 and March 2020. Participants were recruited through the harm-reduction services of a nongovernmental organization. A rapid diagnostic test for anti-HCV screening was performed. Data on drug consumption history and current practices, past HCV testing, care and treatment history, and knowledge regarding hepatitis C were also collected through a questionnaire applied by trained inquirers. A total of 176 PWID participated in this study. An overall prevalence of 70.5% of anti-HCV positive in this population was found. Those with an anti-HCV positive testing result tended to start consuming at a younger age and have a higher consumption of benzodiazepines in the last 30 days. Sharing needles and other injecting material is a frequent risk behavior among this group. Also, they are more likely to have attended an opioid agonist treatment and to have undertaken previous hepatitis C and HIV tests in the past. This study represents an important effort to better understand the HCV prevalence and behavioral correlates of infection among PWID in Portugal, as well as to better estimate those in need of HCV treatment.
- Monthly Analysis of Infant Mortality Rate in Portugal during the COVID-19 Pandemic: Insights from Continuous MonitoringPublication . Nogueira, Paulo Jorge; Camarinha, Catarina; Feteira-Santos, Rodrigo; Costa, Andreia Silva; Nobre, Miguel de Araújo; Nicolau, Leonor Bacelar; Furtado, Cristina; Elias, CecíliaIntroduction: The COVID-19 pandemic significantly impacted global public health. Infant mortality rate (IMR), a vital statistic and key indicator of a population's overall health, is essential for developing effective health prevention programs. Existing evidence primarily indicates a decrease in IMR during the COVID-19 pandemic. We conducted a national-level analysis to calculate IMR and describe its course over the years (from 2016 until 2022), using a month-by-month analysis. Methods: Data on the number of deaths under one year of age was collected from the Portuguese E-Death Certification System (SICO), and data on the number of monthly live births was obtained from Statistics Portugal. The IMR was calculated per month, considering the previous 12 months' cumulative number of deaths under one year of age and the number of live births. Results: In Portugal, the IMR decreased before and during the COVID-19 pandemic. The lowest values were observed in September and October 2021 (2.15 and 2.14 per 1000 live births, respectively). The IMR remained below the threshold of three deaths per 1000 live births during the pandemic's critical period. Conclusion: Portugal has achieved remarkable progress in reducing its IMR over the last 60 years. The country recorded its lowest-ever IMR values during the COVID-19 pandemic. Further studies are needed to fully understand the observed trends.
- Portugal Alimentação Saudável em Números, 2015Publication . Graça, Pedro; Sousa, Sofia Mendes de; Correia, Andreia; Salvador, Clara; Nogueira, Paulo Jorge; Farinha, Carla SofiaEm 2012, foram aprovados oito programas prioritários a desenvolver pela Direção-Geral da Saúde (DGS), entre eles o Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS), com um horizonte temporal de cinco anos (2012-2016). Findo o quarto ano de atividade, descreve-se a informação existente sobre nutrição e alimentação, avalia-se o que se produziu em 2015 e, acima de tudo, faz-se uma retrospetiva do que se conseguiu neste primeiro quadriénio de implementação de uma política alimentar e de nutrição em Portugal.
- Portugal Doenças Cérebro-Cardiovasculares em Números, 2015Publication . Ferreira, Rui Cruz; Neves, Rui César das; Nogueira, Paulo Jorge; Farinha, Carla Sofia; Oliveira, Ana Lisette; Alves, Maria Isabel; Martins, JoséO relatório visa a monitorização e caracterização precisa da realidade nacional através da publicação regular de elementos estatísticos consolidados e facilmente acessíveis. Estes elementos são auxiliares essenciais para o planeamento atempado e subsequente decisão estratégica fundamentada. O relatório visa a monitorização e caracterização precisa da realidade nacional através da publicação regular de elementos estatísticos consolidados e facilmente acessíveis. Estes elementos são auxiliares essenciais para o planeamento atempado e subsequente decisão estratégica fundamentada. Assistimos de forma consistente a uma melhoria global de todos os indicadores sobre doenças cérebro-cardiovasculares em Portugal na última década, resultante, na nossa perspectiva, a uma ação combinada das medidas preventivas adoptadas com os avanços na vertente assistencial, que importa aprofundar e generalizar.
- Portugal Doenças Oncológicas em números, 2015Publication . Miranda, Nuno; Portugal, Cristina; Nogueira, Paulo Jorge; Farinha, Carla Sofia; Oliveira, Ana Lisette; Alves, Maria Isabel; Martins, JoséA transformação epidemiológica da Oncologia, tem levado a um crescimento progressivo do número de novos casos anuais, e a um aumento da idade média da população afetada. O aumento de incidência deve- se maioritariamente aos ganhos de esperança de vida da população portuguesa. As modificações dos estilos de vida, para além de influenciarem as variações de incidência, contribuem para mudanças relativas entre as diversas neoplasias. A conjunção destes dois fatores, tem vindo a levar a correções em alta, das previsões de evolução de incidência. Os recursos humanos e materiais necessários tem também crescido significativamente.
- Portugal Doenças Respiratórias em Números, 2015Publication . Bárbara, Cristina; Gomes, Elisabete Melo; Nogueira, Paulo Jorge; Farinha, Carla Sofia; Oliveira, Ana Lisette; Alves, Maria Isabel; Martins, JoséA evolução do panorama das Doenças Respiratórias, em Portugal e no Mundo, tem colocado desafios crescentes aos sistemas de saúde, relacionados com uma mudança de paradigma epidemiológico caracterizada por um aumento crescente das doenças respiratórias crónicas (DRC) em oposição a um decréscimo das doenças respiratórias agudas. O aumento do peso das DRC está relacionado não só com os efeitos a curto e longo prazo do tabagismo, mas também com o aumento progressivo da esperança de vida das populações, surgindo as DRC como uma importante causa de morbilidade e mortalidade nas fases avançadas da vida. A mortalidade respiratória atinge sobretudo as faixas etárias acima dos 65 anos de idade, não sendo portanto prematura. Em termos comparativos internacionais, Portugal apresenta um dos melhores valores de taxa padronizada de mortalidade por asma e por Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). Contudo, os valores para a taxa de padronizada de mortalidade por pneumonias são um dos piores da Europa.
- Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em Números, 2015Publication . Nunes, Emília; Narigão, Miguel; Nogueira, Paulo Jorge; Farinha, Carla Sofia; Oliveira, Ana Lisette; Alves, Maria Isabel; Martins, JoséSegundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a pandemia do tabagismo foi responsável pela morte de 100 milhões de pessoas no século XX. Se não for controlada, poderá vir a matar mil milhões, ao longo do presente século (WHO, 2008). Fumar é a primeira causa evitável de doença, incapacidade e morte prematura nos países mais desenvolvidos, contribuindo para seis das oito primeiras causas de morte a nível mundial (WHO, 2008). O melhor conhecimento sobre o comportamento da população portuguesa face ao consumo de tabaco, sobre os seus fatores determinantes e respetivas tendências de evolução, constitui uma condição essencial para o delineamento de estratégias de prevenção e controlo mais adequadas e efetivas. Nesse sentido, foram editados os relatórios “Portugal. Prevenção e Controlo do Tabagismo em números”, que conheceram já duas edições: 2013 e 2014.
- Portugal Saúde Mental em Números, 2015Publication . Carvalho, Álvaro Andrade de; Mateus, Pedro; Nogueira, Paulo Jorge; Farinha, Carla Sofia; Oliveira, Ana Lisette; Alves, Maria Isabel; Martins, JoséComo aconteceu nas edições anteriores, começamos por passar em revista os pontos relevantes desenvolvidos durante 2015 pelo Programa Nacional para a Saúde Mental (PNSM) da DGS, nem todos traduzíveis em quadros e figuras, o principal conteúdo deste relatório.
- Portugal. Prevenção e Controlo do Tabagismo em Números 2015Publication . Nunes, Emília; Narigão, Miguel; Nogueira, Paulo Jorge; Farinha, Carla Sofia; Oliveira, Ana Lisette; Alves, Maria Isabel; Rosa, Matilde Valente; Martins, JoséSegundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a pandemia do tabagismo foi responsável pela morte de 100 milhões de pessoas no século XX. Se não for controlada, poderá vir a matar mil milhões, ao longo do presente século (WHO, 2008). Fumar é a primeira causa evitável de doença, incapacidade e morte prematura nos países mais desenvolvidos, contribuindo para seis das oito primeiras causas de morte a nível mundial (WHO, 2008). O melhor conhecimento sobre o comportamento da população portuguesa face ao consumo de tabaco, sobre os seus fatores determinantes e respetivas tendências de evolução, constitui uma condição essencial para o delineamento de estratégias de prevenção e controlo mais adequadas e efetivas. Nesse sentido, foram editados os relatórios “Portugal. Prevenção e Controlo do Tabagismo em números”, que conheceram já duas edições: 2013 e 2014.
