Percorrer por autor "Martins, Leonel José Mendes"
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- A classificação dos gases químicos e a sua implicação no Corpo Expedicionário PortuguêsPublication . Martins, Leonel José MendesEm 22 de abril de 1915, os alemães atacaram as forças aliadas, no saliente de Ypres, fazendo uso de um gás asfixiante. Utilizaram cloro em quantidades nunca antes vistas no campo de batalha. O resultado foi catastrófico para as tropas aliadas que não estavam preparadas para se defenderem desta nova arma na frente de combate. O emprego de novos agentes químicos mais letais foi-se desenvolvendo ao longo do conflito. Os ingleses e os franceses foram classificando estes agentes químicos consoante os seus efeitos fisiológicos nas vítimas. Os alemães, por seu lado, foram agrupando os agentes químicos consoante os efeitos pretendidos no campo de batalha, tendo em atenção a duração dos seus efeitos e o seu poder letal. Esta divisão alemã foi devidamente incorporada na sua tática. A doutrina alemã foi-se desenvolvendo ao longo do conflito e o lançamento de compostos químicos pela artilharia alemã na fase de preparação do ataque passou a ser um procedimento no campo de batalha. O apoio de fogos da artilharia à suas tropas de assalto recorria ao emprego criterioso de granadas com químicos com vista a atingirem determinados efeitos nas linhas defensivas dos aliados. Esta doutrina foi amplamente usada nas ofensivas alemãs da primavera de 1918. O Corpo Expedicionário Português (CEP) foi vítima daquela tática de emprego de gases de guerra na Batalha de la Lys de abril de 1918. As tropas portuguesas estavam na Flandres desde 1917 mas tinham tido apenas pequenos combates antes da primavera de 1918. Utilizavam a doutrina dos britânicos relativamente à guerra química e tiveram de lidar com uma nova abordagem de emprego de agentes químicos no campo de batalha por parte dos alemães.
- O futuro da NatoPublication . Martins, Leonel José MendesA North Atlantic Treaty Organization (NATO) é uma aliança com 72 anos de existência que foi fundada para o período da Guerra Fria e sobreviveu no fim daquele período. A NATO teve de se adaptar e transformar para responder aos novos desafios que foram e vão surgindo. A presente investigação contribui para a transformação da Aliança para o horizonte de 2030. Para definir o guia orientador da pesquisa, determinou-se que o objetivo geral era formular contributos para a transformação da NATO no período de 2020-2030, olhando para o laço transatlântico e para as possibilidades de expansão da Aliança. A NATO começou com 12 nações e hoje é constituída por 30 membros. A base de partida para a investigação assentou em estudos sobre o futuro da NATO, produzidos pela Aliança e por think tanks, e no Relatório NATO 2030: United for a New Era. A pesquisa trabalhou dois conceitos, a defesa do espaço Euro-Atlântico e o Alargamento da Aliança na perspetiva da defesa daquele espaço. Concluiu-se com contributos nas dimensões política e estratégica para a transformação da NATO, sistematizados num fluxograma de decisão com projeção de cenários futuros da Aliança no horizonte 2030.
