| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 120.66 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O artigo sugere sete lições principais, que enumera, desde a ilação de que
mesmo os conflitos internos podem degenerar, extravasando para cená-
rios internacionais, até à constatação de que a acção resoluta e oportuna
pode proporcionar resultados compensadores, passando naturalmente
pela evidência de que a Europa tem que passar a desempenhar um papel
mais activo e determinante no seu próprio destino, flexibilizando os seus
meios militares por forma a que eles possam posicionar-se com oportunidade nas áreas de crise.
A participação portuguesa é aqui posta em destaque, mas o acento tónico
vai para a necessidade de maior cooperação internacional, entre países,
organizações internacionais e não-governamentais e outras instâncias
relevantes.
A NATO adopta justamente medidas destinadas a reforçar a coordenação
e a interoperabilidade entre os Aliados, mas a gestão das crises não pode
constituir responsabilidade exclusiva dos países membros. A cooperação
com a UEO – já institucionalizada –, a colaboração dos Parceiros e o empenhamento construtivo da Rússia, são igualmente condições de sucesso.
Na altura em que se dá início a uma nova missão no Kosovo, as lições da
Bósnia podem revelar-se extremamente úteis, não devendo em caso
algum ser esquecidas
Descrição
Palavras-chave
Operações de paz NATO (EUA, 1949) Bósnia Portugal
