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Estudo da flora fúngica oral em indivíduos diabéticos não portadores de prótese

dc.contributor.advisorMoutinho, Maria Guilhermina
dc.contributor.advisorNascimento, Teresa
dc.contributor.authorNeves, Vânia Sofia Saraiva
dc.date.accessioned2016-01-21T08:51:40Z
dc.date.available2016-01-21T08:51:40Z
dc.date.issued2015-10
dc.descriptionDissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Monizpt_PT
dc.description.abstractObjetivos: Avaliar a prevalência do género Candida sp. na cavidade oral de indivíduos diabéticos e não diabéticos, ambos não portadores de prótese dentária; avaliar os fatores de virulência de Candida sp. associados às espécies isoladas e ao grupo portador e relacionar os valores de HbA1c com a colonização por Candida sp.. Material e Métodos: A amostra incluiu 117 indivíduos de ambos os géneros. A recolha das amostras foi efetuada na Clínica Dentária Universitária do ISCSEM e no laboratório de análises clínicas Lumilabo. Após leitura e assinatura do consentimento informado, foi recolhida uma amostra da mucosa oral com auxilio de uma zaragatoa estéril com meio de transporte. No laboratório de Microbiologia do ISCSEM, as amostras foram inoculadas em meios específicos e identificadas, para que se realizassem os testes fenotípicos. Para tratamento estatístico foi usado o programa IBM SPSS. Resultados: Dos indivíduos incluídos na amostra, 56,4% eram diabéticos, e 43,6% pertenciam ao grupo controlo. Foi possível verificar a presença de Candida sp. em 43,9% no grupo de estudo e 17,6% no grupo controlo. Candida albicans (C. albicans) foi a espécie mais prevalente. Quanto à capacidade de expressar: (i) proteinases, verificou-se que das 38 estirpes isoladas, 36,8% expressaram estas enzimas e 29% correspondiam a estirpes isoladas da cavidade oral de diabéticos; (ii) fosfolipases, verificou-se que 68,4% produziram estas enzimas e 50% foram isoladas de diabéticos. Quanto à HbA1c ≥ 6,5% vs colonização por Candida sp.: 67,9% apresentavam HbA1c ≥ 6,5% e estavam colonizados e 72,4% tinham HbA1c ≥ 6,5 mas não estavam colonizados por estes fungos leveduriformes. Conclusão: Ser diabético é um fator importante para a colonização por Candida sp. na cavidade oral. C. albicans foi a espécie mais prevalente e a que apresentou maior capacidade de expressar proteinases e fosfolipases. A HbA1c descontrolada não apresentou significado estatístico para colonização por Candida sp.pt_PT
dc.identifier.tid201007380pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/11046
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectCandida sp.pt_PT
dc.subjectCavidade Oralpt_PT
dc.subjectDiabetes mellituspt_PT
dc.subjectEnzimas extracelularespt_PT
dc.titleEstudo da flora fúngica oral em indivíduos diabéticos não portadores de prótesept_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Ciências Farmacêuticaspt_PT

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