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Publicação

Olhar sobre a acessibilidade para a atividade física/lazer – Alertas para o/a enfermeiro/a de reabilitação

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorMartins, Maria Manuela
dc.contributor.authorSilva, Cindy Simões da
dc.date.accessioned2019-12-23T14:45:18Z
dc.date.available2019-12-23T14:45:18Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractIntrodução: as pessoas para manterem estilos de vida saudáveis e se manterem ativas necessitam de ter acessibilidade ajustada mesmo quando o processo de envelhecimento lhes reduz a mobilidade. Por outro lado, o/a enfermeiro/a especialista em enfermagem de reabilitação tem na sua área de intervenção a integração das pessoas, particularmente quando ficam com deficiências ou somente mobilidade reduzida. Estas duas realidades determinam a necessidade de ter conhecimento das comunidades sobre a acessibilidade arquitetónica, não só no meio habitacional, mas também nos locais de desporto e lazer, porque a integração é social, económica, cultural e ambiental. Objetivos: descrever as condições de acessibilidade dos recintos desportivos e culturais numa região e analisar se a tipologia do edifício, a localização e o índice de envelhecimento das freguesias onde estes se encontram determinam maior ou menor acessibilidade. Metodologia: paradigma quantitativo de natureza descritiva, transversal. A amostra são 21 edifícios culturais, desportivos e instalações sanitárias públicos de um Município do Norte de Portugal. O instrumento de colheita de dados é uma grelha de observação das condições de acessibilidade construída a partir da legislação em vigor. Resultados: o tratamento de dados fez-se com recurso a estatística descritiva simples e estatística inferencial. A amostra é representada por 31.8% edifícios culturais, 42.9% edifícios desportivos e 19% instalações sanitárias na via pública. Apenas 14.3% dos edifícios apresentam percurso acessível sem dificuldade até às portas de entrada e em 23,8% existem obstáculos à circulação de pessoas com mobilidade reduzida nos corredores. Há relação de associação das condições de acessibilidade com a categorização dos edifícios por tipologia, localização geográfica e localização face ao índice de envelhecimento das freguesias onde estes se encontram. Conclusão: o/a enfermeiro/a de reabilitação tem conhecimentos para identificar barreiras arquitetónicas, podendo posteriormente ajustar a orientação das pessoas idosas para edifícios acessíveis, ou emitir pareceres em comissões técnicas de acessibilidades urbanas, afim do ambiente se tornar mais amigável para a manutenção da saúde. Os dados determinam que os/as enfermeiros/as de reabilitação têm de ter conhecimento desta realidade para o encaminhamento e articulação específica de acordo com cada condição de saúde de cada pessoa que fica ao seu cuidado.pt_PT
dc.identifier.tid202341399pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/30663
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_PT
dc.subjectEnfermagem em reabilitaçãopt_PT
dc.subjectBarreiras arquitetónicaspt_PT
dc.subjectAtividades de lazerpt_PT
dc.subjectEnvelhecimentopt_PT
dc.titleOlhar sobre a acessibilidade para a atividade física/lazer – Alertas para o/a enfermeiro/a de reabilitaçãopt_PT
dc.title.alternativeLook at accessibility for physical activity and leisure - Alerts for the rehabilitation nursept_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorEscola Superior de Enfermagem do Porto
thesis.degree.nameMestrado em Enfermagem de Reabilitaçãopt_PT

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