Publicação
Treino de marcha no solo com suspensão de peso na marcha de utentes com doenças neurológicas
| dc.contributor.advisor | Batista, Isabel Baleia | |
| dc.contributor.advisor | Brandão, Rita | |
| dc.contributor.author | Luís, Adriana Mateus Seco | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-06T10:46:47Z | |
| dc.date.available | 2026-05-06T10:46:47Z | |
| dc.date.issued | 2026-04-14 | |
| dc.date.submitted | 2026-09-05 | |
| dc.description.abstract | Introdução: As doenças neurológicas representam uma das principais causas de incapacidade a nível global, frequentemente associadas a alterações da marcha com impacto na funcionalidade e qualidade de vida. O treino de marcha com suporte de peso corporal tem vindo a ganhar relevância na fisioterapia neurológica, sendo o treino ao nível do solo ainda pouco explorado. Objetivo: Mapear e sintetizar a evidência existente sobre a aplicação desta intervenção em populações neurológicas, descrevendo protocolos, resultados e lacunas na literatura. Metodologia: Pesquisa bibliográfica nas bases de dados PubMed, PEDro, CENTRAL, EBSCO e Web of Science, sem restrição de data. Incluíram-se estudos que analisassem o treino de marcha ao nível do solo com suporte de peso corporal em pessoas com doenças neurológicas. A seleção e extração de dados foram realizadas por revisores independentes, e a qualidade metodológica dos estudos foi avaliada com as ferramentas de avaliação crítica do Joanna Briggs Institute (JBI), de acordo com o desenho de cada estudo. Resultados: Foram incluídos sete estudos metodologicamente heterogéneos, envolvendo participantes com acidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral (PC), lesão medular (LM) e doença de Parkinson (DP). No AVC, o treino no solo com suporte de peso promoveu melhorias na independência, velocidade, tolerância ao esforço e simetria da marcha. Na PC destacou-se por ganhos superiores em velocidade, cadência e função motora. Na DP reduziu a severidade, o risco de queda e o freezing, aumentando a tolerância ao esforço. Na LM mostrou efeitos positivos na marcha e força muscular, sem diferenças face ao treino em passadeira. Conclusão: A evidência sobre esta intervenção é escassa, heterogénea e metodologicamente limitada. Apesar dos ganhos observados em diferentes patologias a diversidade de protocolos, amostras reduzidas e outcomes pouco uniformes impedem conclusões robustas. Assim, são necessários ensaios clínicos randomizados de elevada qualidade metodológica, com amostras de maior dimensão, critérios de inclusão e protocolos padronizados, que comparem o treino no solo com suporte de peso corporal com outras modalidades habitualmente utilizadas (como treino em passadeira ou marcha convencional), de forma a consolidar a evidência e clarificar o papel desta intervenção na reabilitação da marcha em neurologia. | por |
| dc.identifier.tid | 204299209 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/62997 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ | |
| dc.subject | Marcha com suporte de peso no solo | |
| dc.subject | Reabilitação | |
| dc.subject | Doenças neurológicas | |
| dc.title | Treino de marcha no solo com suspensão de peso na marcha de utentes com doenças neurológicas | por |
| dc.title.alternative | scoping review | por |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| thesis.degree.grantor | Escola Superior de Saúde do Alcoitão | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Fisioterapia Neurofuncional |
