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Publicação

Comparação de dois métodos de cimentação de restaurações indiretas em resina composta a esmalte branqueado e não branqueado

dc.contributor.advisorVieira, Ana Maria
dc.contributor.authorCabral, Joana Sofia Pinto
dc.date.accessioned2016-03-04T17:46:59Z
dc.date.available2016-03-04T17:46:59Z
dc.date.issued2015-09
dc.descriptionDissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Monizpt_PT
dc.description.abstractObjetivo: O objetivo desta investigação foi avaliar, in vitro, as forças de adesão (μTBS) entre restaurações indiretas em resina composta e esmalte branqueado e não branqueado, segundo dois protocolos de cimentação. Materiais e métodos: 40 incisivos inferiores de bovino, hígidos, foram divididos, aleatoriamente, em dois grupos experimentais (n=20) segundo o protocolo de cimentação: no grupo A foi utilizada uma resina aquecida e no grupo B um cimento resinoso, com o objetivo de cimentar restaurações indiretas em resina composta a cada um dos dentes abrangidos pelo estudo. Cada grupo foi subdividido em dois subgrupos (A1 e A2; B1 e B2). Foi implementado um protocolo de branqueamento com peróxido de carbamida a 16 % aos subgrupos A1 e B1. A aplicação do gel de branqueamento fez-se durante 6h por dia ao longo de 7 dias, com remineralização em saliva artificial nos intervalos. Após o branqueamento, realizou-se um compasso de espera de 2 semanas, durante o qual as amostras ficaram armazenas em saliva artificial. Procedeu-se à cimentação das restaurações, segundo um dos protocolos em estudo. Fez-se a preparação de palitos, de forma a obter palitos com 0,9 ± 0,2 mm para serem testados numa máquina de testes universal, a uma velocidade de 0,5mm/min. A força aplicada no momento da fratura (N) do palito foi dividida pela área de superfície aderida (mm2) para se obterem as forças de adesão (μTBS), expressas em MPa. A variável dependente “força de adesão” para os diferentes grupos foi analisada estatisticamente através do teste ANOVA (p < 0,05). Resultados: As diferenças não se revelaram estatisticamente significativas, sendo os resultados das forças de adesão semelhantes para todos os grupos. Conclusões: Conclui-se que o protocolo de branqueamento, bem como o protocolo de adesão/cimentação, parecem não influenciar as forças de adesão de restaurações indiretas em compósito a esmalte.pt_PT
dc.identifier.tid201033623pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/11790
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectBranqueamentopt_PT
dc.subjectAdesãopt_PT
dc.subjectEsmaltept_PT
dc.subjectMicrotraçãopt_PT
dc.subjectMétodo de cimentaçãopt_PT
dc.subjectRestauração indiretapt_PT
dc.titleComparação de dois métodos de cimentação de restaurações indiretas em resina composta a esmalte branqueado e não branqueadopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicina Dentáriapt_PT

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