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Efeito do stress avaliado pela determinação do cortisol salivar em ginastas de trampolim e as suas consequências nas disfunções temporomandibulares: estudo piloto

dc.contributor.advisorSena, Véronique Harrington
dc.contributor.advisorSantana, Catarina Godinho
dc.contributor.authorMachado, Maria Silvestre Folques de Lacerda
dc.date.accessioned2020-01-09T16:36:21Z
dc.date.available2020-01-09T16:36:21Z
dc.date.issued2019-12
dc.descriptionDissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Universitário Egas Monizpt_PT
dc.description.abstractObjetivos: Determinar se o treino de trampolim favorece o aparecimento de Disfunções Temporomandibulares (DTMs). Avaliar o impacto do treino físico sobre o stress através da determinação dos níveis de cortisol salivar e a sua associação às DTMs. Materiais e métodos: 20 atletas de salto de trampolim provenientes de dois clubes desportivos (grupo teste) e 20 indivíduos sem prática regular de atividade física (grupo controlo) foram incluídos no estudo. Foi recolhido em todos a história clínica e aplicado o formulário Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorder (DC/TMD) para deteção de DTMs na consulta de Medicina Dentária Desportiva (MDD). A saliva não estimulada foi recolhida em repouso no grupo controlo e nos atletas antes do treino e após 120 minutos de treino. O cortisol salivar foi determinado por ensaio de imunoabsorção enzimática (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay, Elisa) de alta sensibilidade. Foi realizada uma análise estatística para verificar se existe relação entre os níveis de cortisol salivar, as disfunções temporomandibulares e a prática de um desporto de alta competição. Resultados: 15% dos atletas de ginástica de trampolins, grupo teste com idade média de 19,95±2,27 anos, e 35% dos não atletas, grupo controlo com idade média de 22,15±1,56 anos, apresentam sinais de DTMs, mas sem diferença significativa entre grupos (p=0,2733). As concentrações de cortisol salivar são significativamente mais elevadas (p=0,0494) no grupo de atletas pré treino (0,405±0,616μg/dL) comparativamente ao grupo controlo (0,205±0,126μg/dL). O treino de 120 minutos não influenciou os níveis de cortisol salivar. Conclusão: Os resultados demonstram que a prevalência de DTMs em atletas de competição de ginástica de trampolim foi inferior a um grupo de indivíduos não atletas, mas que estes atletas apresentam níveis de cortisol em repouso mais elevados do que o grupo controlo. A presença de DTMs não teve influência nos níveis de cortisol salivar em ambos os grupos estudados.pt_PT
dc.identifier.tid202359085pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/30809
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectCortisolpt_PT
dc.subjectDesporto de alta competiçãopt_PT
dc.subjectDisfunções temporomandibularespt_PT
dc.subjectBiomarcadores salivarespt_PT
dc.titleEfeito do stress avaliado pela determinação do cortisol salivar em ginastas de trampolim e as suas consequências nas disfunções temporomandibulares: estudo pilotopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicina Dentáriapt_PT

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