Publicação
A política de beligerância do governo de união sagrada
| dc.contributor.author | Fraga, Luís M. Alves de | |
| dc.date.accessioned | 2018-05-25T15:09:06Z | |
| dc.date.available | 2018-05-25T15:09:06Z | |
| dc.date.issued | 2014 | |
| dc.description.abstract | A intenção de beligerância de Portugal na Grande Guerra não resultou do mero rompimento de relações diplomáticas entre Berlim e Lisboa. Ela tem uma história anterior que só compreendendo-a se percebe a insistência de alguns setores da política nacional pretenderem levar o país a entrar no grande conflito europeu e mundial. Neste artigo quer-se demonstrar que a beligerância portuguesa na Grande Guerra ofereceu a possibilidade, ao setor mais radical da política republicana, de modificar, sob o olhar atento das capitais europeias, a relação de subordinação de Lisboa perante Londres, aproveitando todos os circunstancialismos que o grande conflito bélico proporcionava a Portugal para explorar em seu favor as poucas fragilidades britânicas. A exposição centra-se numa sequência narrativa que tem de recuar a agosto de 1914 para possibilitar, por um lado, o entendimento das dependências essenciais de Portugal da Grã-Bretanha e, por outro, a ambiência interna justificativa de só surgirem, depois da declaração de guerra, dois partidos políticos oficialmente envolvidos na persecução da beligerância. Essa narrativa prolonga-se, depois, pela descrição interpretativa das ações do Governo de União Sagrada, entre março de 1916 e abril de 1917, tendentes a consolidarem o objetivo que havia determinado a beligerância, e pelo relato crítico dos atos mais importantes do Governo Afonso Costa que se lhe seguiu. Deixam-se evidentes algumas conclusões que mostram a dialética diplomática que se foi travando entre Lisboa e Londres na tentativa de uma se libertar do abraço tutelar e da outra o querer manter a todo o custo. | pt_PT |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | pt_PT |
| dc.identifier.issn | 0870-757X | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/22982 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.peerreviewed | yes | pt_PT |
| dc.publisher | Instituto da Defesa Nacional | pt_PT |
| dc.relation.ispartofseries | Nação e Defesa;139 | |
| dc.relation.publisherversion | https://www.idn.gov.pt/pt/publicacoes/nacao/Paginas/NeD139.aspx | pt_PT |
| dc.subject | Primeira Guerra Mundial, 1914-1918 | pt_PT |
| dc.subject | Relações internacionais | pt_PT |
| dc.subject | Politica externa | pt_PT |
| dc.subject | Diplomacia | pt_PT |
| dc.subject | Forças armadas | pt_PT |
| dc.subject | Geostratégia | pt_PT |
| dc.subject | Saúde militar | pt_PT |
| dc.subject | Marinha | pt_PT |
| dc.subject | História | pt_PT |
| dc.subject | Arquipélago da Madeira (Portugal) | pt_PT |
| dc.subject | Portugal | pt_PT |
| dc.subject | França | pt_PT |
| dc.subject | Reino Unido | pt_PT |
| dc.subject | Alemanha | pt_PT |
| dc.title | A política de beligerância do governo de união sagrada | pt_PT |
| dc.type | journal article | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.conferencePlace | Lisboa | pt_PT |
| oaire.citation.title | Nação e Defesa | pt_PT |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | article | pt_PT |
