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Publicação

Comunicar em azul: do ruído à mensagem quando a farda fala e o profissional comunica

datacite.subject.fosCiências Sociais
datacite.subject.sdg16:Paz, Justiça e Instituições Eficazes
dc.contributor.authorRodrigues, Joaquina Maria Guimarães
dc.date.accessioned2026-03-18T11:18:26Z
dc.date.available2026-03-18T11:18:26Z
dc.date.issued2025-10-03
dc.descriptionTrabalho individual final do Curso de Comando e Direção Policial
dc.description.abstractNo silêncio, o espaço público enche-se de vozes dissonantes. Narrativas alheias moldam perceções, ocupando o lugar que a polícia deveria ter reclamado. Entre a urgência da sirene e a frieza do comunicado oficial, ergue-se um vazio: o espaço onde a mensagem se perde no ruído. É nesse intervalo, entre som e sentido, que a comunicação da Polícia de Segurança Pública se revela insuficiente. Este trabalho propõe-se repensar a forma como a PSP comunica, questionando o modelo assente em práticas internas e pouco profissionalizadas. Defende-se a necessidade de integrar especialistas em jornalismo, relações-públicas e comunicação digital, capazes de transformar mensagens dispersas em narrativas consistentes, sem apagar a presença da farda como marca identitária da instituição. A polícia deve continuar a ser o rosto visível, mas esse rosto precisa de voz preparada, clara e estratégica. Entre o ruído e a mensagem, abre-se aqui um espaço de reflexão: comunicar em azul é mais do que falar — é construir legitimidade, proximidade e confiança.por
dc.description.abstractIn silence, the public space fills with dissonant voices. External narratives shape perceptions, occupying the place the police should have claimed. Between the urgency of the siren and the coldness of the official statement, a void emerges: the space where the message is lost in noise. It is within this interval, between sound and meaning, that the communication of the Portuguese Public Security Police reveals its insufficiency. This work seeks to rethink how the PSP communicates; questioning the current model rooted in internal and scarcely professionalised practices. It argues for the integration of specialists in journalism, public relations, and digital communication, capable of turning fragmented messages into consistent narratives, without erasing the uniform as the institution’s identifying mark. The police must remain the visible face, but that face requires a prepared, clear, and strategic voice. Between noise and message, a space of reflection emerges: to communicate in blue is more than to speak — it is to build legitimacy, proximity, and public trust.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/62247
dc.language.isopor
dc.peerreviewedno
dc.rights.uriN/A
dc.subjectcomunicação institucional
dc.subjectprofissionalização
dc.subjectPolícia de Segurança Pública
dc.subjectidentidade policial
dc.subjectmedia relations
dc.subjectlegitimidade
dc.subjectestratégia de comunicação
dc.subjectinstitutional communication
dc.subjectprofessionalization
dc.subjectPublic Security Police
dc.subjectpolice identity
dc.subjectlegitimacy
dc.subjectcommunication strategy
dc.titleComunicar em azul: do ruído à mensagem quando a farda fala e o profissional comunicapor
dc.typeresearch report
dspace.entity.typePublication
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_be7fb7dd8ff6fe43

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