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Displasia fibrosa e dor orofacial

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Resumo(s)

A displasia fibrosa é uma patologia benigna, em que o osso é substituído por uma matriz de tecido conjuntivo fibroso. Pode ser considerada monostótica, envolvendo somente um osso, ou poliostótica, envolvendo vários ossos no corpo. Pode também estar frequentemente associada à síndrome de McCune-Albright, em que além da displasia fibrosa, também surgem diversas alterações endócrinas e pigmentações cutâneas de café-au-lait. O crescimento do tumor pode causar desde assimetrias faciais subtis a desfigurantes, assim como a compressão de certas estruturas nobres, como vasos e nervos, que podem levar a alterações funcionais. Devido a essa compressão, é possível surgir um variado grau de dor, parestesia, e outros défices de função dos pares cranianos, como perda de acuidade visual, ou de audição. O diagnóstico é clínico, radiológico e histológico, podendo também serem feitos exames laboratoriais. O tratamento é cirúrgico, com a excisão total ou parcial da lesão, ou lesões, consoante a sua localização e comportamento. Podem ser utilizados fármacos que diminuam o turn-over ósseo, como os bifosfonados para diminuição da reabsorção, e controlo do crescimento do tumor, contudo a sua utilização é controversa. O papel do médico dentista pode ser preponderante no diagnóstico e reabilitação destes doentes, sobretudo se estiverem inseridos numa equipa multidisciplinar, com várias especialidades médicas.

Descrição

Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz

Palavras-chave

Displasia fibrosa Dor orofacial Cirurgia Medicina dentária

Contexto Educativo

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