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O Perfil de autocuidado e a perceção de saúde: Implicações para a solidão no idoso
| datacite.subject.fos | Ciências Médicas::Ciências da Saúde | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Santos, Célia | |
| dc.contributor.author | Dias, Bruno Miguel | |
| dc.date.accessioned | 2021-02-12T12:10:45Z | |
| dc.date.available | 2021-02-12T12:10:45Z | |
| dc.date.issued | 2020-12 | |
| dc.description.abstract | As mudanças físicas, o quadro familiar e o meio em que habitam, levam os idosos a sofrerem alterações sociais e psicológicas, nomeadamente o sentimento de solidão (Correia, 1993). O comportamento de autocuidado é influenciado pela capacidade funcional, pela satisfação com a vida e pelo nível de autoestima (Backman e Hentinen, 2001). No que respeita ao desenho do estudo, foi adotado um paradigma quantitativo, do tipo exploratório, descritivo e correlacional, que tem como objetivo analisar a relação entre a perceção de saúde e o perfil de autocuidado com o sentimento de solidão experienciado pelos idosos. Como objetivos específicos, pretende-se descrever a perceção da saúde dos idosos, caracterizar: os perfis de autocuidado que adotam, o sentimento de solidão dos idosos, de que forma a perceção de saúde e os perfis de autocuidado influenciam o sentimento de solidão dos idosos e de que forma as variáveis sociodemográficas e clínicas interferem na perceção de saúde, perfil de autocuidado adotado e de solidão no idoso. Foram utilizados como instrumentos de avaliação o Mini Mental State Examination, o Índice de Barthel, o instrumento de avaliação sociodemográfica e clínica, a Escala de Solidão da UCLA e o instrumento de avaliação dos Perfis de Autocuidado, numa amostra constituída por 73 idosos de um total de 215 residentes nos lares e utentes do centro de dia. No decorrer da investigação pautaram os princípios éticos, na medida em que cada indivíduo participou de forma voluntária e esclarecida no presente estudo. Da análise dos resultados, percebemos que a amostra em estudo é maioritariamente autónoma, apresenta um grau/perceção de solidão globalmente baixo/a, adota essencialmente um perfil de autocuidado formalmente guiado e que o perfil de autocuidado e a perceção de saúde têm implicações para a solidão no idoso. Como tal, compete-nos a nós enfermeiros/as, inseridos em equipa multidisciplinares, minimizar situações que promovam gastos em saúde e diminuam a qualidade de vida da população em geral e dos idosos em particular. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 202627985 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/35437 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ | pt_PT |
| dc.subject | Solidão | pt_PT |
| dc.subject | Autocuidado | pt_PT |
| dc.subject | Idoso | pt_PT |
| dc.title | O Perfil de autocuidado e a perceção de saúde: Implicações para a solidão no idoso | pt_PT |
| dc.title.alternative | The self-care profile and health perception: Implications for loneliness in the elderly | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.grantor | Escola Superior de Enfermagem do Porto | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Enfermagem Médico-Cirúrgica | pt_PT |
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