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Abstract(s)
O artigo analisa as diferenças metodológicas ocidentais e chinesa na formulação da “grande estratégia”. Através da leitura de artigos e livros publicados por investigadores chineses associados aos
mais relevantes think tanks, instituições universitárias e órgãos do governo e do Exército Popular de Libertação, e adotando um critério de relevância e autoridade institucional bem como de prestígio dos autores, descrevem-se os campos em confronto
relativamente à existência ou não de uma “grande estratégia” por parte da China.
Subsequentemente descrevem-se as quatro vagas
de debate interno acopladas ao pressuposto de que existe uma “grande estratégia” da China as quais tiveram lugar durante a última década: a primeira sobre a terminologia da “grande estratégia de
desenvolvimento pacífico”; a segunda sobre o
conceito de “mundo harmonioso”; a terceira sobre os novos emolumentos à envolvente internacional (com enfoque no estatuto de primazia dos Estados Unidos após a crise financeira de 2008); e a última associada ao seu denominado “rebalancing para a Ásia”. As duas últimas vagas de debate deixam
implícita a necessidade de ajustamentos de curto e médio prazo na “grande estratégia” de Pequim.
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Keywords
Política internacional Política interna Estratégia Poder Teoria China EUA
