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A atividade eletrofisiológica cerebral e o efeito dos fármacos

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Resumo(s)

A evolução e o aperfeiçoamento da técnica permitiram converter o sinal analógico do eletroencefalograma num sinal digital. Após vários processos, o sinal é transformado num gráfico espectral de potência do domínio do tempo para o domínio da frequência. Para compreender todo o processo da técnica e a sua interpretação, é necessário conhecer a anatomia cerebral e toda a sua eletrofisiologia. O nosso cérebro divide-se de uma forma muito complexa, tendo cada divisão uma função especifica, de modo a coordenar corretamente todas as funções do corpo humano. Os ritmos cerebrais obtidos no EEG devem-se ao fluxo de corrente, resultante do potencial pós-sináptico inibitório e excitatório. O eletroencefalograma tem sido fundamental para a avaliação de alterações eletrocorticais derivadas da administração de fármacos com efeito sobre o sistema nervoso central. Esta avaliação pode ser feita com base no EEG espontâneo ou com o auxílio de potenciais evocados, sendo útil no caso, por exemplo, dos analgésicos. É uma técnica que nos permite a escolha adequada da terapêutica para cada indivíduo. Algumas das classes de fármacos que originam um efeito no eletroencefalograma, destacam-se os anestésicos, os analgésicos opióides, os antiepiléticos e os hipnóticos.

Descrição

Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz

Palavras-chave

Eletrofisiologia cerebral Eletroencefalograma Ritmos cerebrais Farmacologia

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