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Publicação

A atividade física e a função sexual da mulher

dc.contributor.advisorSancho, Maria de Fátima Batista
dc.contributor.advisorSá, Cristina dos Santos Cardoso de
dc.contributor.authorMiranda, Beatriz Soares Lopes Aragonês
dc.date.accessioned2026-05-08T10:01:25Z
dc.date.available2026-05-08T10:01:25Z
dc.date.issued2026-04-28
dc.date.submitted2026-12-03
dc.description.abstractIntrodução: A disfunção sexual (DS) feminina tem sido um problema crescente nos últimos anos. Esta ocorre quando uma mulher sente algum tipo de dificuldade ou mudança no seu comportamento sexual habitual e pode caracterizar-se por uma alteração sexual. Um estilo de vida sedentário está associado a resultados adversos para a saúde. A atividade física (AF) pode ser um elemento crucial na prevenção de DS feminina. Existem investigações que sustentam o exercício como uma boa abordagem no tratamento da DS, mas que permanecem pouca esclarecedoras, necessitando de mais pesquisas. Objetivo: Verificar a associação da AF em mulheres com e sem DS. Método: Estudo observacional transversal com uma amostra de 348 participantes, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, com e sem DS. Para garantir a representatividade, a amostra do estudo foi realizada pelo método de seleção não probabilístico, por conveniência pela técnica de bola de neve. A recolha de dados foi realizada através de um questionário de caracterização que engloba a informação sociodemográfica e clínica das participantes, e dois instrumentos de medida: Female Sexual Function Index (FSFI) para avaliar a função sexual feminina e International Physical Activity Questionnaire – Short Form (IPAQ-SF) para avaliar o nível de atividade física (AF). Foram realizadas estatísticas descritivas para a caracterização da amostra, incluindo frequências absolutas e relativas para variáveis categóricas e medidas de tendência central e dispersão para variáveis contínuas. A associação entre DS e os níveis de AF foi avaliada através do teste do Qui-quadrado. Resultados: A análise da associação entre DS e os níveis de AF, revelou diferenças estatisticamente significativas entre os grupos, conforme evidenciado pelo teste do Qui quadrado. Entre as mulheres sem DS, a maioria reportou níveis moderados ou altos de AF. Nas mulheres com DS, uma proporção maior apresentou baixos níveis de AF, contrastando com percentagens menores nos níveis moderado e alto. Conclusão: Os dados obtidos oferecem contributos importantes para a prática clínica, ao demonstrar que baixos níveis de AF estão associados a uma maior ocorrência de DS. Neste contexto, torna-se essencial promover a adoção de hábitos regulares de AF como parte integrante das abordagens terapêuticas. A incorporação da AF nos cuidados de saúde pode constituir uma estratégia eficaz, acessível e não invasiva para melhorar a saúde sexual da mulher, bem como para prevenir ou reduzir quadros de DS.por
dc.identifier.tid204301564
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/63035
dc.language.isopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectDisfunção sexual
dc.subjectFunção sexual
dc.subjectAtividade física
dc.subjectExercício físico
dc.titleA atividade física e a função sexual da mulherpor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
thesis.degree.grantorEscola Superior de Saúde do Alcoitão
thesis.degree.nameMestrado em Fisioterapia na especialidade de Saúde Pélvica e da Mulher

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