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Regeneração óssea com células estaminais da polpa dentária
| dc.contributor.advisor | Barahona, Isabel | |
| dc.contributor.author | Paínho, Joana Reis de Leão | |
| dc.date.accessioned | 2016-05-25T12:00:08Z | |
| dc.date.available | 2016-05-25T12:00:08Z | |
| dc.date.issued | 2014-10 | |
| dc.description | Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz | pt_PT |
| dc.description.abstract | A reparação e regeneração de osso perdido é um tema importante na medicina oral e maxilofacial, e de um modo geral no corpo humano. A perda de osso da cavidade oral tem origem em muitas causas: doenças congénitas ou degenerativas, traumas, consequência de procedimentos cirúrgicos. A falta de osso pré-existente constitui um problema funcional, com um impacto social cada vez maior. Desta forma, o tratamento desta condição é imperativo. Cada vez mais, a abordagem para tratamento de situações clínicas de falta, passa pela regeneração do tecido em questão. Neste contexto a engenharia tecidual representa uma mais valia para a medicina regenerativa, pois através da combinação de biomaterias e mediadores biológicos consegue fornecer ferramentas que concretizam a sua prática, através de um conceito que engloba três componentes: células estaminais, scaffols e moléculas sinalizadoras. Pesquisas recentes já provaram que a polpa dentária é uma fonte ótima de células estaminais adultas: acessíveis, com grande potencial proliferativo, capazes de auto-renovação e diferenciação em várias linhagens celulares. Vários estudos já demonstraram o potencial osteogénico das DPSC in vitro, bem como a sua capacidade de formar estruturas osteóides in vivo. Poucos demonstraram a capacidade de regenerar estruturas ósseas perdidas in vivo, contudo os resultados são inspiradores. O objetivo desta revisão bibliográfica é explorar os estudos conduzidos até ao final de 2013, e verificar a praticabilidade dos métodos propostos. Tendo como objetivos específicos: expôr os protocolos praticados e conclusões sobre a viabilidade da utilização das DPSC, num âmbito da medicina regenerativa e engenharia tecidual, na regeneração de defeitos ósseos com que os clínicos se deparam diariamente na prática clínica. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201149907 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/13737 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Células estaminais da polpa dentária | pt_PT |
| dc.subject | Diferenciação osteogénica | pt_PT |
| dc.subject | Regeneração óssea | pt_PT |
| dc.subject | Engenharia tecidual | pt_PT |
| dc.title | Regeneração óssea com células estaminais da polpa dentária | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Medicina Dentária | pt_PT |
