Publicação
Incontinência urinária em pessoas internadas numa Unidade de Cuidados Continuados em Lisboa
| dc.contributor.advisor | Costa, Daniela Sofia Albino | |
| dc.contributor.author | Fernandes, Carolina Germano | |
| dc.date.accessioned | 2026-06-19T08:50:38Z | |
| dc.date.available | 2026-06-19T08:50:38Z | |
| dc.date.issued | 2026-06-09 | |
| dc.date.submitted | 2026-06-01 | |
| dc.description.abstract | Enquadramento teórico: A incontinência urinária (IU) é uma condição com elevada prevalência em adultos mais velhos, com impacto negativo na funcionalidade e qualidade de vida (QdV). Em contexto de internamento, especialmente em unidades de cuidados continuados e reabilitação, fatores como multimorbilidade, imobilização, cirurgias recentes e alterações funcionais podem aumentar o risco de IU. Apesar da relevância clínica, a investigação sobre a prevalência e os fatores clínicos associados à IU em Portugal nesta população permanece escassa. Objetivos: (1) determinar a proporção de pessoas com IU internadas numa Unidade de Cuidados Continuados (UCC) em Lisboa, (2) caracterizar os seus aspetos sociodemográficos e clínicos, (3) analisar a associação entre a QdV relacionada com a saúde e a IU e (4) explorar fatores clínicos associados à presença de IU. Metodologia: Este estudo observacional transversal incluiu 42 participantes internados no Instituto São João de Deus (ISJD) – Lisboa. Foram aplicados um questionário sociodemográfico e clínico, a Escala de Barthel Modificada (EBM), o International Consultation on Incontinence Questionnaire – Urinary Incontinence Short Form - Versão Portuguesa (ICIQ-SF-VP), o King’s Health Questionnaire (KHQ) e o World Health Organization Quality of Life: Bref (WHOQoL-BREF). Foi determinada a proporção de pessoas com e sem sintomas de IU. Estes dois subgrupos foram analisados através de análises descritivas, inferenciais e testes de regressão logística multivariada. O nível de significância considerado foi de p<0.05. Resultados: A proporção de participantes com IU foi de 47.6%. A amostra era maioritariamente feminina (61.9%; n=26), com média de 80.0 anos e elevada multimorbilidade (83.3%; n=35). Não foram identificadas diferenças significativas entre IU e as variáveis sociodemográficas, clínicas ou dependência funcional entre os dois subgrupos. Entre as variáveis clínicas, apenas a não realização de cirurgia nos últimos três meses apresentou associação significativa multivariada com a presença de IU (p=0.013; OR=6.304; IC95%=1.464-27.148). Conclusão: Cerca de metade das pessoas admitidas nesta UCC reportou sintomas de IU. Estes resultados destacam a importância desta problemática, a necessidade de abordagens multidisciplinares em cuidados agudos e de reabilitação e de investigação futura com amostras maiores e estudos longitudinais. | por |
| dc.identifier.tid | 204315212 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/63634 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ | |
| dc.subject | Incontinência urinária | |
| dc.subject | Fisioterapia | |
| dc.subject | Qualidade de vida | |
| dc.subject | Unidade de cuidados continuados | |
| dc.title | Incontinência urinária em pessoas internadas numa Unidade de Cuidados Continuados em Lisboa | por |
| dc.title.alternative | um estudo transversal | por |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| thesis.degree.grantor | Escola Superior de Saúde do Alcoitão | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Fisioterapia na especialidade de Saúde Pélvica e da Mulher |
