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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
No decurso de 2013 Estados-membros, analistas e decisores consideraram que o Conselho Europeu
de dezembro passado deveria apelar à reflexão conjunta sobre a avaliação do ambiente global e o impacto dos desafios futuros reclamando a formulação de uma nova estratégia global. A redistribuição do poder global com o desvio dos EUA para a Ásia, o falhanço das intervenções no grande Médio Oriente e a crise financeira levaram a uma retração da Europa. Do mesmo modo, a vizinhança próxima da UE empobrecida e instável perdeu capacidade para lidar com a reemergência do mundo Vestefaliano. O recurso ao soft power e à ajuda financeira afiguram-se como pouco eficazes perante parceiros internacionais não socializados com práticas de responsabilidade cosmopolita. No entanto, a propensão da UE para o consenso, compromisso e capacidade para definir a agenda internacional poderá adequar-se bem à transição do mundo hegemónico a uma nova distribuição de poderes, valores e interesses. Isto implicará uma nova forma de pensar estrategicamente o mundo, uma nova forma de projetar valores e repensar o papel das
forças armadas.
Descrição
Palavras-chave
Relações internacionais Segurança europeia Política de segurança Política externa Integração europeia Estratégia Alterações climáticas Segurança aérea Segurança marítima Aviação comercial Terrorismo Defesa da Europa Conceito estratégico Ameaças Perspectivas UE (a partir de 1993) NATO (EUA, 1949) PECSD África
