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Orientador(es)
Resumo(s)
Ainda durante a Segunda Guerra Mundial, em 1943, a Marinha portuguesa
modernizou os contratorpedeiros e outros navios, dotando-os de alguns sensores e armas que estavam então em uso pelos aliados britânicos.
Logo a seguir à guerra, e mesmo antes da criação da NATO, foram recebidas
da Inglaterra e, pela primeira vez, dos EUA, algumas unidades
navais, sobras de guerra.
Acentuava-se a divisão da Armada Nacional em duas forças, uma mais
dotada para a guerra em ambiente naval moderno, na Europa, a outra
mais vocacionada para o Ultramar, onde era improvável a luta no mar e
a defesa da soberania ou a projecção de poder sobre terra era uma
constante. O apoio da NATO à aquisição de navios que não poderiam ser utilizados
para missões não NATO foi sempre equilibrado com a construção
de unidades pagas pelo orçamento nacional. Este facto e o abate
dos navios dos anos 30 contribuiu, por um lado, para a formação de
uma Armada mais coerente e moderna; por outro lado, permitiu que,
ao longo destes 50 anos, a Marinha nunca deixasse de estar presente na
Europa e nos três oceanos, onde e quando o interesse nacional o
exigiu.
Descrição
Palavras-chave
Marinha NATO (EUA, 1949) Portugal
