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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Vitamin D is a fat-soluble vitamin well-known for its key role in regulating calcium and phosphate
homeostasis in bone metabolism. In canines and felines, vitamin D is considered an essential
micronutrient because, unlike other mammals, they cannot synthesize it through skin exposure to
sunlight. Consequently, it is imperative that dogs and cats obtain their complete vitamin D
requirements exclusively from dietary sources to satisfy their nutritional needs.
In dogs and cats, as in human medicine, the most precise indicator of vitamin D status is the
measurement of metabolite 25-hydroxyvitamin D (25(OH)D). There is no consensus regarding the
precise level at which vitamin D deficiency is diagnosed. This absence of a uniform standard for the
measurement of 25(OH)D between different research groups or laboratories may hinder the
establishment of a consensus on the reference range for 25(OH)D.
In human medicine, the assessment of vitamin D status is integral to the evaluation of disease severity,
progression and it is used as a prognostic biomarker in autoimmune disorders, cardiovascular diseases,
diabetes, metabolic syndrome, cancer, neurological diseases and inflammatory bowel disease.
In veterinary medicine, this assessment of vitamin D status has been used as a biomarker for diseases
affecting the gastrointestinal, renal, cardiovascular and immune systems, as well as infectious diseases
and oncology. Likewise, this biomarker can assist in predicting the probable course and outcome of a
disease, facilitating risk stratification and supporting veterinarians in making informed decisions
regarding treatment strategies.
There is growing evidence underscoring the potential of vitamin D metabolite as a biomarker, with the
capacity to assist in the prediction of outcomes associated with a variety of diseases. The objective of
this study was to conduct a comprehensive literature review on the use of vitamin D as a reliable
prognostic biomarker for various diseases in dogs and cats.
The present literature review revealed a growing interest and preliminary evidence in the clinical
assessment of vitamin D as a tool for evaluating disease severity, evolution and as a prognostic
indicator in dogs and cats. A comprehensive review of the extant literature was conducted,
encompassing 48 studies that were meticulously analyzed. Finally, the field would benefit from further
research that employs standardized methodologies, thereby contributing to a better understanding
of the potential of vitamin D as a prognostic biomarker in canines and felines.
A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel bem conhecida pelo seu papel fundamental na regulação da homeostase do cálcio e do fosfato no metabolismo ósseo. Em cães e gatos, a vitamina D é considerada um micronutriente essencial porque, ao contrário de outros mamíferos, eles não conseguem sintetizá la através da exposição da pele à luz solar. Consequentemente, para satisfazer as suas necessidades nutricionais é imperativo que cães e gatos obtenham a vitamina D exclusivamente a partir de fontes alimentares. Em cães e gatos, tal como na medicina humana, o indicador mais preciso da concentração da vitamina D é o metabolito 25-hidroxivitamina D (25(OH)D). Não há consenso quanto ao nível sérico em que a deficiência de vitamina D deve ser diagnosticada. A ausência de um padrão uniforme para a medição do 25(OH)D entre diferentes grupos de investigação ou laboratórios dificulta o estabelecimento de um intervalo de referência para o 25(OH)D. Na medicina humana, a avaliação dos níveis de vitamina D é fundamental para avaliar a gravidade e a progressão de doenças e é utilizada como biomarcador de prognóstico no cancro, doenças autoimunes, doenças cardiovasculares, diabetes, síndrome metabólica, doenças neurológicas e doença inflamatória intestinal. Na medicina veterinária, esta avaliação do estado da vitamina D tem sido utilizada como biomarcador para doenças que afetam os sistemas gastrointestinal, renal, cardiovascular e imunológico, bem como para doenças infecciosas e oncologia. Da mesma forma, este biomarcadore pode ajudar a prever o curso provável de uma doença, facilitando a classificação do risco e apoiando os veterinários na tomada de decisões informadas sobre estratégias de tratamento. Existe cada vez mais evidências que destacam o potencial do metabolito da vitamina D como biomarcador, com capacidade para auxiliar na previsão de resultados associados a uma variedade de doenças. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão bibliográfica abrangente sobre o uso da vitamina D como biomarcador de prognóstico fiável no contexto de várias doenças em cães e gatos. A presente revisão bibliográfica revelou um interesse crescente e evidências preliminares na avaliação clínica da vitamina D como ferramenta para avaliar a gravidade e a evolução da doença e como indicador prognóstico em cães e gatos. Foi realizada uma revisão abrangente da literatura existente, englobando 48 estudos que foram meticulosamente analisados. Por fim, seria benéfico que no futuro os estudos utilizem metodologias padronizadas contribuindo, assim, para melhorar o entendimento sobre o potencial da vitamina D como biomarcador prognóstico em cães e gatos.
A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel bem conhecida pelo seu papel fundamental na regulação da homeostase do cálcio e do fosfato no metabolismo ósseo. Em cães e gatos, a vitamina D é considerada um micronutriente essencial porque, ao contrário de outros mamíferos, eles não conseguem sintetizá la através da exposição da pele à luz solar. Consequentemente, para satisfazer as suas necessidades nutricionais é imperativo que cães e gatos obtenham a vitamina D exclusivamente a partir de fontes alimentares. Em cães e gatos, tal como na medicina humana, o indicador mais preciso da concentração da vitamina D é o metabolito 25-hidroxivitamina D (25(OH)D). Não há consenso quanto ao nível sérico em que a deficiência de vitamina D deve ser diagnosticada. A ausência de um padrão uniforme para a medição do 25(OH)D entre diferentes grupos de investigação ou laboratórios dificulta o estabelecimento de um intervalo de referência para o 25(OH)D. Na medicina humana, a avaliação dos níveis de vitamina D é fundamental para avaliar a gravidade e a progressão de doenças e é utilizada como biomarcador de prognóstico no cancro, doenças autoimunes, doenças cardiovasculares, diabetes, síndrome metabólica, doenças neurológicas e doença inflamatória intestinal. Na medicina veterinária, esta avaliação do estado da vitamina D tem sido utilizada como biomarcador para doenças que afetam os sistemas gastrointestinal, renal, cardiovascular e imunológico, bem como para doenças infecciosas e oncologia. Da mesma forma, este biomarcadore pode ajudar a prever o curso provável de uma doença, facilitando a classificação do risco e apoiando os veterinários na tomada de decisões informadas sobre estratégias de tratamento. Existe cada vez mais evidências que destacam o potencial do metabolito da vitamina D como biomarcador, com capacidade para auxiliar na previsão de resultados associados a uma variedade de doenças. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão bibliográfica abrangente sobre o uso da vitamina D como biomarcador de prognóstico fiável no contexto de várias doenças em cães e gatos. A presente revisão bibliográfica revelou um interesse crescente e evidências preliminares na avaliação clínica da vitamina D como ferramenta para avaliar a gravidade e a evolução da doença e como indicador prognóstico em cães e gatos. Foi realizada uma revisão abrangente da literatura existente, englobando 48 estudos que foram meticulosamente analisados. Por fim, seria benéfico que no futuro os estudos utilizem metodologias padronizadas contribuindo, assim, para melhorar o entendimento sobre o potencial da vitamina D como biomarcador prognóstico em cães e gatos.
Descrição
Palavras-chave
25-hidroxyvitamin D Biomarker Outcomes Prognosis Vitamin D 25-hidroxyvitamina D Biomarcador Prognóstico Vitamina D
