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Abstract(s)
O mundo da comunicação, e do jornalismo em geral, está em permanente mudança.
Mas hoje podemos dizer que vive um período de convulsão. Os desafios são grandes. A
procura de novos modelos de negócio, saber como fazer jornalismo em novos meios, como a
Internet, são preocupações transversais às empresas de média, sejam elas portuguesas,
espanholas, norte-americanas ou indianas. A problemática é global.
Com a evolução tecnológica, as plataformas móveis – smartphones e tablets –
conquistaram o seu espaço e estão a crescer. Não só se assumem como agentes ativos como
ameaçam meios estabelecidos, como são os casos da imprensa escrita, da televisão e da rádio.
Os média que aí operavam viram nestes suportes uma janela aberta para chegarem a mais
pessoas e difundirem com maior eficácia a informação que produzem.
Neste estudo, procurámos saber de que forma três meios de comunicação social
portugueses – o Público, a RTP e a TSF – entraram nas novas plataformas, de que modo
continuam com uma identidade própria criada na origem e até que ponto exploram as novas
potencialidades relacionadas com as novas plataformas. Os resultados não foram animadores.
Há ainda um grande trabalho a fazer nesse sentido. Sentimos que os média nacionais ainda
andam à procura da melhor forma de estarem nestes suportes. Tal como aconteceu com a
Internet, no seu início, também agora o tempo é de exploração e descoberta.
