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- Novos modelos de negócio para a imprensa online: o modelo Freemium no Público.pt, no Elpais.com e no Nytimes.comPublication . Mendes, Ângela da ConceiçãoNo momento de transformação e mudança que os média atravessam, muito por conta das evoluções tecnológicas e do aparecimento e expansão da Internet, torna-se essencial analisar os vários caminhos possíveis para a sobrevivência dos média neste novo ambiente digital. A Imprensa é um dos sectores mais afetados. É aquele que tem apresentado maior dificuldade na transição, principalmente em termos de sustentabilidade económica. Encontrar ou criar um modelo de negócio que torne possível a sobrevivência da Imprensa é agora uma prioridade, e muitas são as experiências levadas a cabo em todos os cantos do mundo. Pretendemos com esta dissertação conhecer as várias hipóteses que estão a ser trabalhadas e perceber que caminhos trilham de momento os jornais na sua “migração” para o Online. O New York Times e o El País são jornais diários de referência nos seus países e a nível internacional, e apresentam-se neste trabalho como estudos de caso, que nos permitirão ter uma imagem mais alargada daquilo que é uma evolução, que se encontra em diferentes estágios nos Estados Unidos e na Europa. Percebendo em que ponto se encontram países como os E.U.A. e Espanha, queremos também perceber, através do estudo e comparação com o Público.pt, onde podemos posicionar a realidade portuguesa nesta metamorfose, que irá mudar a forma como consumimos os média, em particular a Imprensa. Que modelos de negócios estão a ser adotados e que resultados práticos estão a ter ao nível dos conteúdos produzidos e de receitas, é então o ponto fulcral deste trabalho, que pretende em primeira instância avaliar a implementação e o funcionamento do modelo Freemium destes três órgãos de comunicação nos seus espaços online.
- A imprensa cor-de-rosa em Portugal - uma análise ao discurso jornalísticoPublication . Anastácio, MarinaO presente estudo tem como objeto a análise de conteúdo à capa das revistas Maria, Nova Gente e TV7 Dias, vendidas na segunda semana de setembro de 2011 a janeiro de 2012. Em Portugal, vendem-se, por ano, cerca de 35 milhões de revistas socais e de televisão. Devido a estes números tão expressivos decidimos que seria pertinente analisar o seu discurso jornalístico, mas também porque, em Portugal esta área tem sido pouco explorada, contrariamente ao que se passa em Espanha. Sendo assim, o nosso objeto de estudo debruçou-se sobre a capa e as características mais importantes que a envolvem: a manchete, os outros títulos, as personagens, os temas, as fotografias e os seus valores-notícia. No entanto, pareceu-nos importante dissertar sobre a televisão e perceber a relação que têm com as revistas cor-de-rosa. Ficou então concluído que o discurso jornalístico da imprensa cor-de-rosa é contraditório, pois tanto é positivo como negativo, real e irreal, objetivo e subjetivo, sensacionalista e informativo/objetivo, mas também escandaloso, manipulador, suave e agressivo. O discurso na televisão gera discursos passionais e tem uma função informativa, educativa e de entretenimento. A televisão, através do seu discurso direto, simples e emotivo, cria a sua própria realidade e provoca curiosidade e sentimentos no telespectador.
- Os media sociais como proporcionadores do debate público sobre as minorias étnicasPublication . Cruz, Ana BeatrizOs media sociais possibilitam um novo papel de utilizador. Esse papel veio tornar-nos participantes ativos na agenda mediática. As minorias étnicas são sub-representadas nos media, devido à hierarquia das fontes informativas e ao défice de discursos alternativos. Com esta dissertação objetivou-se perceber se os media sociais proporcionam o debate público acerca das minorias étnicas através de três níveis de estudo: o primeiro consistiu na análise das peças jornalísticas sobre as minorias étnicas em primeiro plano; o segundo constituiu-se pelo estudo dos comentários efetuados às mesmas no site e na página do Facebook do ‘Correio da Manhã’ e do ‘Público’; e o terceiro envolveu o estudo de formatos de participação. Conclui-se que os media sociais proporcionam o debate público, porém os utilizadores não contribuem na plenitude para a construção de uma opinião pública fundamentada.
- A transmissão d' A Paródia para o Inimigo Público: se não aconteceu, podia ter acontecidoPublication . Guimarães, João Paulo Duque LöbeEsta dissertação de mestrado tem como objetivos fazer uma análise mediológica da transmissão que terá ocorrido entre os jornais satíricos A Paródia (1900-03) e O Inimigo Público (2003-13). A mediologia permite analisar os fenómenos da transmissão, neste caso, dos valores do jornalismo satírico que atravessaram os séculos até chegarem até nós. Para o efeito, propomo-nos analisar alguns conceitos do riso, caracterizamos o humor e analisamos os conceitos de sátira. Numa terceira dimensão, analisamos os conceitos de caricatura e cartoon e a sua resenha histórica em Portugal. Numa quarta dimensão, abordamos os conceitos de jornalismo, de jornalismo satírico e infotainment, bem como a problemática das fake news. Em relação à metodologia, optamos por combinar as grelhas de inteligibilidade do duplo corpo do medium com uma análise de conteúdos de alguns aspetos que complementam as respetivas grelhas, tendo em conta os nossos objetos de estudo e que foram 10 números de cada um dos jornais. A análise de resultados permitiu verificar que houve transmissão de valores de um jornal para o outro, embora os meios de expressão e as matrizes de formação da mensagem tenham sofrido alterações devido às inovações técnicas, entretanto, introduzidas.
- Os média tradicionais nas novas plataformas - Análise comparativa das aplicações do Público, da TSF e da RTP para iPadPublication . Picado, JoãoO mundo da comunicação, e do jornalismo em geral, está em permanente mudança. Mas hoje podemos dizer que vive um período de convulsão. Os desafios são grandes. A procura de novos modelos de negócio, saber como fazer jornalismo em novos meios, como a Internet, são preocupações transversais às empresas de média, sejam elas portuguesas, espanholas, norte-americanas ou indianas. A problemática é global. Com a evolução tecnológica, as plataformas móveis – smartphones e tablets – conquistaram o seu espaço e estão a crescer. Não só se assumem como agentes ativos como ameaçam meios estabelecidos, como são os casos da imprensa escrita, da televisão e da rádio. Os média que aí operavam viram nestes suportes uma janela aberta para chegarem a mais pessoas e difundirem com maior eficácia a informação que produzem. Neste estudo, procurámos saber de que forma três meios de comunicação social portugueses – o Público, a RTP e a TSF – entraram nas novas plataformas, de que modo continuam com uma identidade própria criada na origem e até que ponto exploram as novas potencialidades relacionadas com as novas plataformas. Os resultados não foram animadores. Há ainda um grande trabalho a fazer nesse sentido. Sentimos que os média nacionais ainda andam à procura da melhor forma de estarem nestes suportes. Tal como aconteceu com a Internet, no seu início, também agora o tempo é de exploração e descoberta.
