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Resumo(s)
Clepsidra, título simbólico que se refere a um relógio antigo, de origem egípcia, que media o tempo pelo escoamento de água num recipiente graduado, é um importante testemunho do acolhimento português da poesia europeia finissecular, sobretudo o Simbolismo, articulado com a sensibilidade decadentista. É, na verdade, uma construção poética «cultivada como fragmento e representação difusa de uma realidade fugidia, a par do impulso para uma unidade remota, a consubstanciar na construção do livro». Trata-se, portanto, de uma obra que nos remete para as temáticas da efemeridade da vida, da perda, da inutilidade do que se faz ou se vive, da desistência, do receio e da ambiguidade.
A publicação é baseada na edição crítica de Barbara Spaggiari, profunda conhecedora da poesia de Camilo Pessanha, dada à estampa pela editora Lello, em 1997.
Descrição
Palavras-chave
Macau Poesia Simbolismo
Contexto Educativo
Citação
Editora
Imprensa Nacional-Casa da Moeda
