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Orientador(es)
Resumo(s)
A reabilitação oral com recurso à colocação de implantes é já um processo conhecido e bem estudado. No entanto, encontramos algumas dificuldades na técnica devido a insuficiente volume ósseo ou angulação elevada do corpo do implante.
O advento das tecnologias de design assistido por computador (CAD) associadas a imagens de grande qualidade fornecidas pela tomografia computorizada (CT), veio revolucionar várias vertentes da Medicina Dentária, nomeadamente na implantologia. Permitindo assim criar um modelo estereotáxico, que é um modelo digital, alterável, que reproduz as estruturas anatómicas, conferindo assim ao Medico Dentista, uma melhor capacidade de visualização das estruturas a reabilitar, de planear o tratamento e de o realizar com uma grande precisão. A elevada precisão e reprodutibilidade da reabilitação é conseguida pela confeção das guias cirúrgicas pelo método de impressão digital, com base no planeado previamente em modelos estereotáxicos.
No presente trabalho foram abordadas as vantagens e as desvantagens da utilização desta técnica, bem como a sua integração em sistemas de impressão tridimensional. Além disso, foram avaliados vários estudos in-vitro e in-vivo realizados nos últimos 6 anos, que abordam a comparação entre a posição planeada e a posição em que o implante foi colocado. Os seus resultados afirmaram que existe um aumento da precisão aquando da utilização dos modelos estereotáxicos no planeamento e na preparação cirúrgica. Comprovando que este método pode ser a chave para o sucesso em reabilitações mais complicadas.
Descrição
Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
Palavras-chave
Modelos estereotáxicos Cirurgia virtual guiada Implantes dentários Impressão 3D
