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Efeitos hipoglicemiantes das plantas medicinais
| dc.contributor.advisor | Bernardo, Maria Alexandra | |
| dc.contributor.advisor | Pintão, Ana Maria | |
| dc.contributor.author | Ferreira, Susana Alexandra Morais | |
| dc.date.accessioned | 2018-01-17T11:59:28Z | |
| dc.date.available | 2018-01-17T11:59:28Z | |
| dc.date.issued | 2017-12 | |
| dc.description | Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz | pt_PT |
| dc.description.abstract | Introdução: A utilização de plantas medicinais é uma prática ancestral de várias culturas que tem vindo a ganhar relevância devido à crescente evidência científica dos seus efeitos benéficos na saúde. Esta abordagem terapêutica é muito procurada por indivíduos diabéticos devido ao efeito hipoglicemiante associado à ingestão de diversas plantas e ao seu baixo custo. Contudo, a sua utilização deverá ser ponderada com outros fatores, como a toxicidade ou outros mecanismos adversos. Objetivo: Realizar uma revisão bibliográfica com o principal objetivo de sistematizar a informação disponível quanto à eficácia e segurança das plantas medicinais, tendo em conta o seu efeito hipoglicemiante. Metodologia de Pesquisa Bibliográfica: A presente monografia incluiu ensaios clínicos e revisões bibliográficas publicados nos últimos cinco anos, escritos em português ou inglês e com informação pertinente acerca da temática. A pesquisa foi efetuada com recurso às bases de dados eletrónicas PubMed, BioMed Central, Cochrane Library, Google Scholar e Clinical Trials. Resultados: O levantamento bibliográfico para as plantas abordadas na presente monografia (C. verum, M. charantia, T. foenum-graecum, A. sativum) revelou o potencial interesse da sua aplicação no controlo glicémico. Em termos de eficácia, os parâmetros que revelaram resultados mais significativos são a glicémia, insulina sérica, hemoglobina glicosilada e inibição das enzimas pancreáticas. Relativamente à segurança, a revisão revelou que os efeitos adversos a nível gastro-intestinal são os mais frequentes; a Allium sativum L. é a planta que apresenta mais reações adversas; em relação à gravidade, a Momordica charantia L. é a planta que demonstra efeitos adversos mais relevantes (nefrotoxicidade, convulsões, exacerbação dos sintomas de anemia hemolítica e morte). Tais efeitos dependem da dosagem e população alvo. Conclusão: Apesar do recurso à utilização de plantas medicinais revelar efeitos benéficos, é necessário considerar a segurança da população alvo, realizando mais estudos que permitam tornar a fitoterapia uma abordagem terapêutica mais segura. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201815460 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/20243 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Efeito hipoglicemiante | pt_PT |
| dc.subject | Plantas medicinais | pt_PT |
| dc.subject | Segurança | pt_PT |
| dc.subject | Eficácia | pt_PT |
| dc.title | Efeitos hipoglicemiantes das plantas medicinais | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | restrictedAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas | pt_PT |
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