| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 1.47 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A ansiedade dentária é um problema com que o médico dentista se depara frequentemente na prática clínica. De forma a contornar o obstáculo referido, exige-se deste, capacidades técnicas e humanas avançadas, sobretudo quando o sujeito em questão é uma criança. Na génese e na perpetuação da ansiedade dentária, (aqui definida no seu sentido mais abrangente, englobando também os conceitos de medo e fobia dentária) podem ser identificados inúmeros fatores, que vão concorrer entre si, para dar a este problema matizes e contornos que variam muito de sujeito para sujeito. A experiência dolorosa associada aos procedimentos clínicos desempenham um papel fundamental no fenómeno da angústia ("distress") que está intimamente associado à ansiedade. O médico dentista deverá assim abordar cada criança de forma individual e personalizada, compreender os motivos por detrás dos seus receios, e estabelecer uma estratégia de comunicação adequada, que pode integrar, ou não, recursos farmacológicos e/ou não-farmacológicos para ajudar a criança a superar as suas angústias.
Descrição
Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
Palavras-chave
Ansiedade dentária Dor Comunicação em odontopediatria Técnicas de gestão de comportamento
