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Publicação

Pandemias, quarentenas e contágios

datacite.subject.fosCiências Médicas
datacite.subject.sdg03:Saúde de Qualidade
dc.contributor.authorAntunes, Júlia Maria Guilherme Ribeiro
dc.date.accessioned2025-10-09T14:02:48Z
dc.date.available2025-10-09T14:02:48Z
dc.date.issued2021-12
dc.description.abstractEntre as grandes interrogações da Humanidade está o porquê das pragas das pestes da fome e das guerras, o sofrimento e o mal acercam-se periódicamente das sociedades humanas assumindo desumanidades incompreensíveis desde os tempos mais remotos, referidas no Antigo Testamento, as pandemias tão antigas e afinal tão presentes nos nossos dias, conferem um certificado de capacidade repetitiva do Mal que no nosso tempo tentamos dissipar, permitindo o menor estrago possivel. São Roque, socorrista dos contagiados da peste negra e também por ela contagiado, seria a quem os fiéis mais recorriam no séc. XIV, bem como para qualquer mal epidémico e contagioso objecto de orações promessas e novenas! Já o recurso ás quarentenas no tempo das Descobertas, revelar-se-ia muito útil e eficaz, era a Prevenção a iniciar os primeiros passos, inicialmente entre marinheiros e viajantes! Os textos Bizatinos sobre epidemias eram cépticos relativamente ao contágio, contráriamente aos muçulmanos que o aceitavam desde tempos remotos, porém por mais sabedoras que fossem as explicações naturais, os paradoxos persistiam e persistem, como pode Deus infinitamente bom e poderoso, semear na Terra a peste, a cólera, a influenza, a sida, a covid-19 ? Celebrado por católicos, ortodoxos e luteranos, S. João Damasceno diria que Deus seria criador de todos os bens mas não do mal sendo este devido aos maus usos do livre arbítrio praticado pelos homens ou apenas atribuído ao fatalismo pelos muçulmanos. Crentes, heréticos, e muitos outros, perante a ameaça de um Apocalipse, esperam e desesperam segundo as próprias ideias, crenças, empirismo versus racionalismo do momento, porém uma coisa é certa: inexplicávelmente as epidemias e pandemias subitamente param, dissipam-se, desaparecem SEM sabermos porquê, como afirma Didier Raoul, médico de Marselha e acrescentaria, será que também são necessárias na bagagem humana, para atravessar a barreira do Tempo ?por
dc.identifier.citationPandemias, quarentenas e contágios!. (2021). Revista INFAD De Psicología. International Journal of Developmental and Educational Psychology., 2(2), 145-150. https://doi.org/10.17060/ijodaep.2021.n2.v2.2219
dc.identifier.doi10.17060/ijodaep.2021.n2.v2.2219
dc.identifier.issn0214-9877
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/59009
dc.language.isopor
dc.peerreviewedno
dc.publisherINFAD
dc.relation.hasversionhttps://doi.org/10.17060/ijodaep.2021.n2.v2.2219
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectPandemia
dc.subjectQuarentena
dc.subjectContágio
dc.titlePandemias, quarentenas e contágiospor
dc.typecontribution to journal
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage150
oaire.citation.issue2
oaire.citation.startPage145
oaire.citation.titleRevista INFAD De Psicología. International Journal of Developmental and Educational Psychology
oaire.citation.volume2
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85

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