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A transição para a vida ativa é sentida pelas pessoas com deficiência como uma mudança, por vezes, portadora de ansiedade e receio pelo aumento de responsabilidades e pressuposto de maior autonomia. Por isso, esta fase da vida precisa de ser orientada de forma adequada, pois dela pode depender uma integração
mais facilitadora. Esta transição da formação para a vida ativa deve implicar a participação do aluno, o envolvimento das famílias, a coordenação de todos os serviços envolvidos e uma estreita colaboração com o setor do emprego. A entidade formadora deve preparar e apetrechar os formandos com ferramentas que facilitem a inclusão nos contextos reais de trabalho. Tendo sempre como perspetiva as expectativas e realização dos projetos de vida de cada jovem, em articulação com os organismos que possam garantir a continuidade deste processo, a formação pode antecipar a resolução de muitos obstáculos que posteriormente existam. A promoção de competências pessoais e sociais pressupostas na construção de um portefólio de transição pode constituir uma estratégia para promover a construção de alternativas e
de formas de lidar com os desafios mais adequadas, em situações onde os fatores sociais, económicos e ambientais podem constituir fatores de risco, sendo um meio que possibilite um aumento de participação e de bem estar dos jovens em contexto de transição para a vida ativa. Através do desenvolvimento de um portefólio de transição pretende-se que o jovem consiga identificar e resolver problemas, gerir conflitos interpessoais, optimizar a sua comunicação interpessoal, resistir à pressão do ambiente envolvente, o que irá optimizar a sua capacidade de se integrar na sociedade e sentir-se bem com o que consegue realizar e alcançar.
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Keywords
Passagem à Vida Ativa Integração Social Deficientes Mentais Papel dos Pais Papel da Escola
