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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Com o aumento da esperança média de vida, surgem cada vez mais perturbações neurocognitivas. A literatura tem vindo a estudar ao longo do tempo, os benefícios da estimulação cognitiva, como alternativa promissora para atenuar ou retardar os efeitos do envelhecimento sobre a cognição. Assim, o objetivo deste estudo é aferir a existência de alterações significativas na função cognitiva dos participantes. Para isso foi desenvolvido um manual de atividades de estimulação cognitiva “Mente Ativa”, aplicado a 8 participantes com idades compreendidas entre os 61 e os 94 anos de idade, de ambos os sexos, em contexto de unidade de cuidados continuados da região centro, inseridos nas tipologias de média e longa duração. Foram avaliadas com o teste de rastreio cognitivo Addenbrook’s-ACE III (Peixoto et al., 2013: Versão Experimental Portuguesa), antes e depois da intervenção. Seguiram-se 10 sessões de estimulação cognitiva realizadas durante 60 minutos, duas vezes por semana. Os resultados indicam que a estimulação cognitiva de forma continuada diminui o declínio cognitivo das pessoas mais velhas e aumenta a reserva cognitiva. Podemos ainda afirmar que a escolaridade influencia a reserva cognitiva. Através da observação de comportamentos, verificou-se que os participantes depois de participarem nestas sessões, tornaram-se mais sociáveis e interessados em participar nas atividades da Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI). Seria importante em estudos futuros comprovar esta observação. Conclui-se sobre a importância destas atividades na saúde cognitiva das pessoas mais velhas, sendo que se torna importante investir em mais estudos neste âmbito.
Descrição
Palavras-chave
Envelhecimento Cognitivo Declínio Estimulação Cognitiva Gerontologia Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados
