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Corporate Governance no Sistema Financeiro Moçambicano
| dc.contributor.advisor | Moreira de Carvalho, Rui | |
| dc.contributor.author | José, Miguel Luís | |
| dc.date.accessioned | 2023-03-14T16:43:18Z | |
| dc.date.available | 2023-03-14T16:43:18Z | |
| dc.date.issued | 2023-02-10 | |
| dc.date.submitted | 2023-01-10 | |
| dc.description.abstract | Atento aos escândalos que afetam a reputação das empresas, despendendo recursos e postergando o desenvolvimento das nações, a academia, os legisladores e os stakeholders têm mostrado interesse no estudo do governo das sociedades e realçado a razão de cumprimento de melhores práticas de governance. Este trabalho analisa a corporate governance no sistema financeiro moçambicano contemporâneo. É observada uma sinopse dos modelos de governance desde a estrutura acionista e dos órgãos sociais, à composição dos órgãos sociais. Em termos metodológicos optamos por aplicar à investigação o método qualitativo, priorizando o estudo de caso focado nas cinco principais instituições financeiras moçambicanas. Em 2022, o sistema financeiro moçambicano é predominantemente movido com capital privado, na sua maioria estrangeiro onde se destacam como maiores acionistas dos quatro maiores bancos (BIM, BCI, Standard Bank e ABSA) grupos bancários portugueses, espanhóis, sul-africanos, britânicos, chineses e angolanos. O domínio do capital português nos quatro maiores bancos moçambicanos é relativo. Três entidades comerciais registadas em Portugal são acionistas dos dois maiores bancos moçambicanos, o BCI e o Millennium BIM. Contudo, o primeiro banco é controlado por uma sociedade anónima portuguesa de capitais exclusivamente públicos (a CGD) e uma sociedade anónima detida pela instituição financeira espanhola Caixabank, S.A (o BPI). E a estrutura acionista do segundo banco é controlada por uma sociedade anónima portuguesa (BCP) que é controlada por capitais chineses (Fosun) e angolanos (Sonangol). O Standard Bank e o ABSA têm um conselho de administração onde participam administradores executivos e não executivos, porém todos com mesmas funções e sem uma comissão executiva. No caso do BIM, BCI e Moza Banco, prevalece um modelo dualista com um conselho de administração e uma comissão executiva. Corporate Governance no Sistema Financeiro Moçambicano Página II Atento às funções vitais atribuídas ao sistema financeiro, a História ensina-nos que é necessário prestar atenção às estruturas organizativas e a todo o conjunto normativo que regula a administração e a monitorização das empresas. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 203249267 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/44118 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | sistema financeiro | pt_PT |
| dc.subject | corporate governance | pt_PT |
| dc.subject | instituições financeiras | pt_PT |
| dc.subject | risco sistémico | pt_PT |
| dc.subject | Moçambique | pt_PT |
| dc.title | Corporate Governance no Sistema Financeiro Moçambicano | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.grantor | Instituto Superior de Gestão |
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