Publicação
Gestão farmacoterapêutica no doente idoso
| dc.contributor.advisor | Ribeiro, Nadine | |
| dc.contributor.author | Barroco, Ana Miguel Matos | |
| dc.date.accessioned | 2016-01-19T16:32:42Z | |
| dc.date.available | 2016-01-19T16:32:42Z | |
| dc.date.issued | 2015-10 | |
| dc.description | Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz | pt_PT |
| dc.description.abstract | A população idosa tem vindo a crescer ao longo dos anos em consequência da diminuição da fecundidade, por emancipação da mulher, do aumento da esperança média de vida, por diminuição da mortalidade à nascença, e da emigração da sociedade portuguesa. O envelhecimento leva a modificações fisiológicas que conduzem ao desenvolvimento de diversas doenças e síndromes geriátricas, e que condicionam alterações farmacocinéticas e farmacodinâmicas, que tornam o comportamento dos fármacos difícil de prever. O idoso está, assim, associado ao aumento da prevalência de morbilidades e, consequentemente, ao elevado consumo de medicamentos, a denominada polimedicação. A polimedicação condiciona maior carga de iatrogenia, como o aumento da probabilidade de reacções adversas, de interações medicamentosas e das síndromes geriátricas. A polimedicação também promove a diminuição da adesão à terapêutica. Face ao exposto, torna-se obrigatório otimizar a gestão farmacoterapêutica no doente idoso, com a colaboração do farmacêutico. Neste processo, o farmacêutico, inserido numa equipa multidisciplinar, tem como objetivo analisar e assegurar uma terapêutica medicamentosa individualizada e apropriada para os doentes deste grupo etário. Entre outras atividades, o farmacêutico deve promover a formação do doente e do seu cuidador, auxiliando-os na melhoria da compreensão sobre a medicação e seus benefícios, por forma a melhorar a sua adesão à terapêutica. O farmacêutico tem como compromisso promover a monitorização terapêutica, avaliando a resposta do doente idoso à mesma, em relação à segurança e eficácia, Para a realização destas atividades, o farmacêutico tem que conhecer as especificidades fisiológicas que afetam a resposta farmacológica no idoso e quais as ferramentas, que foram desenvolvidas e se encontram validadas, que o ajudaram na persecução deste objetivo: procurando maximizar a qualidade de vida do doente idoso por via da utilização adequada dos medicamentos. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201006340 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.26/10971 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Idoso | pt_PT |
| dc.subject | Gestão farmacoterapêutica | pt_PT |
| dc.subject | Medicamentos potencialmente inapropriados | pt_PT |
| dc.subject | Monitorização | pt_PT |
| dc.title | Gestão farmacoterapêutica no doente idoso | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas | pt_PT |
