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Presentismo e engagement em enfermeiros

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorBorges, Elisabete
dc.contributor.authorLobo, Vítor
dc.date.accessioned2020-08-05T15:49:33Z
dc.date.available2020-08-05T15:49:33Z
dc.date.issued2020-07
dc.description.abstractA saúde em Portugal tem sido alvo de várias mudanças nos últimos anos. O presentismo dos enfermeiros tem atingido níveis elevados que se reflete em profissionais exaustos, desgastados e desmotivados. Como resultado, é expectável que o engagement diminua e haja perda de interesse pela profissão. Surge desta forma a motivação para este estudo desenvolvido no âmbito do Curso de Mestrado em Direção e Chefia dos Serviços de Enfermagem, da Escola Superior de Enfermagem do Porto, integrado no Projeto "INT-SO: Dos contextos de trabalho à saúde ocupacional dos profissionais de enfermagem, um estudo comparativo entre Portugal, Brasil e Espanha" e que teve como objetivos: identificar o nível de presentismo e de engagement; analisar a sua variação em função das variáveis sociodemográficas, socioprofissionais e problemas de saúde, e analisar a associação entre presentismo e engagement dos enfermeiros. O estudo quantitativo é do tipo descritivo, transversal e correlacional. Selecionados por uma amostra de conveniência, participaram no estudo 137 enfermeiros de duas unidades hospitalares de um Centro Hospitalar da Zona Norte de Portugal. Aplicamos um instrumento de recolha de dados constituído por três grupos: questionário sociodemográfico, profissional e de problemas de saúde; a Stanford Presenteeism Scale (SPS-6, Koopman, et al., 2002; Ferreira, Martinez & Sousa, 2010) e a Utrecht Work Engagement Scale de 9 itens (UWES, Schaufeli & Bakker, 2004; Sinval et al., 2018). Os resultados evidenciaram que 92,7% dos enfermeiros foram trabalhar, no último mês, com sintomatologia de um determinado problema de saúde, destes os mais referidos foram o stresse, a ansiedade e as lombalgias. Identificaram-se níveis moderados de presentismo e engagement com um maior compromisso psicológico e com o vigor e a dedicação a apresentaram médias mais elevadas. O presentismo variou em função do local de trabalho e o engament em função da idade, experiência profissional e perceção de trabalho stressante. Verificou-se, ainda, uma correlação positiva, estatisticamente significativa entre o presentismo e o engagement. Como sugestões apontamos que as organizações de saúde devem desenvolver estratégias que potenciem o engagement dos enfermeiros e assim promovam a saúde no local de trabalho e inerente melhoria da qualidade dos cuidados e a segurança dos doentes.pt_PT
dc.identifier.tid202507300pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/33059
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_PT
dc.subjectPresentismopt_PT
dc.subjectEngagementpt_PT
dc.subjectEnfermeiro gestorpt_PT
dc.subjectSaúde no trabalhopt_PT
dc.titlePresentismo e engagement em enfermeirospt_PT
dc.title.alternativePresenteism and engagement in nursespt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorEscola Superior de Enfermagem do Porto
thesis.degree.nameMestrado em Direção e Chefia de Serviços de Enfermagempt_PT

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Dissertação_ Victor Lobo.pdf
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