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A influência das posições verticalizadas na incidência do trauma perineal

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorCarneiro, Marinha
dc.contributor.authorMartins, Joana Margarida Santos
dc.date.accessioned2020-07-10T15:04:01Z
dc.date.available2020-07-10T15:04:01Z
dc.date.issued2020-06
dc.description.abstractO objetivo deste relatório é descrever todo o processo de aquisição e desenvolvimento de competências do Enfermeiro Especialista em Saúde Materna e Obstétrica ao longo do estágio profissionalizante, com base na evidência científica mais atual, nomeadamente nas práticas clínicas de gravidez com complicações, trabalho de parto e parto e autocuidado pós-parto e parentalidade. No serviço de obstetrícia do Hospital Dr. Nélio Mendonça, a posição frequentemente sugerida à parturiente foi a de litotomia e verificamos um grande número de episiotomias efetuadas. Já no serviço de obstetrícia do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde, a posição de parto foi da escolha da parturiente e frequentemente foram adotadas posições alternativas como: “quatro apoios”, sentada no banco de partos, lateral e semi-sentada. Aqui, constatamos menos episiotomias, maiores taxas de períneos íntegros e de lacerações de grau 1 e 2. Assim, consideramos relevante investigar se existia alguma associação entre a variável posição vertical e a incidência do trauma perineal. Determinamos como trauma perineal toda a perda de integridade do períneo ou qualquer outro dano ocorrido na região genital da mulher, incluindo as lacerações e a episiotomia. As posições verticais foram definidas como todas as posições que proporcionem um ângulo superior a 45.º graus, entre o tronco e os membros inferiores, como por exemplo: de pé; de joelhos, de cócoras, sentada e de “quatro apoios”. Para investigar esta temática realizamos uma revisão integrativa da literatura, devido à sua abordagem metodológica. A seleção dos artigos deste estudo, basearam-se nos seguintes critérios de inclusão: idioma em português e inglês; gestações de feto único; adoção de posições verticalizadas no segundo período do trabalho de parto e qualquer tipo de trauma perineal, independentemente da paridade ou da analgesia. Como critérios de exclusão consideramos: as gestações com comorbilidades associadas, partos pré-termo e apresentações pélvicas. Deste modo, selecionamos 7 estudos, dos quais temos: 3 revisões sistemáticas da literatura com meta-análise; 1 estudo prospetivo controlado quase-experimental e 3 estudos de coorte (1 observacional; 1 retrospetivo e outro prospetivo). O principal resultado obtido foi que as posições verticalizadas reduzem a incidência do trauma perineal, relativamente às episiotomias. Já quanto às lacerações, alguns artigos referem maior preservação da integridade perineal na posição verticalizada, enquanto outros referem exatamente o oposto. Assim, consideramos pertinente a realização de mais estudos de elevada evidência científica, de forma a demonstrar e clarificar o efeito da posição verticalizada na incidência do trauma perineal.pt_PT
dc.identifier.tid202499073pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/32897
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_PT
dc.subjectTrauma Perinealpt_PT
dc.subjectPosições Verticalizadaspt_PT
dc.subjectTrabalho de partopt_PT
dc.titleA influência das posições verticalizadas na incidência do trauma perinealpt_PT
dc.title.alternativeThe influence of verticalized positions in the impact of perineal traumapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorEscola Superior de Enfermagem do Porto
thesis.degree.nameMestrado em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétricapt_PT

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Relatório de Estágio_Joana Martins.pdf
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