| Name: | Description: | Size: | Format: | |
|---|---|---|---|---|
| 7.43 MB | Adobe PDF |
Authors
Advisor(s)
Abstract(s)
É usual dizer-se que hoje vivemos num “mundo globalizado”, mais em jeito de
desculpabilização para os factos que dia-a-dia nos surpreendem, que em
termos de consciência do verdadeiro significado do termo.
Os portugueses, que foram dos povos que mais contribuíram para “dar corpo” à
globalização, foram, eles próprios, apanhados desprevenidos pela sua
voragem.
Progressivamente, a globalização foi trespassando todas as áreas da nossa
economia, do nosso tecido empresarial e das nossas “jóias da coroa”,
comummente chamados “produtos tradicionais portugueses”. Os nossos
empresários, perplexos, numa primeira fase, acabaram por apanhar a sua
“boleia” e rumar a outras paragens.
Foi já em pleno século XXI que os Programas de Governo começaram a referir
medidas concretas para combater os efeitos da globalização, traduzidos no
fecho de inúmeras fábricas, no aumento do desemprego e na perda de quotas
de mercado para os nossos produtos tradicionais.
Este trabalho pretende identificar e tipificar a globalização, revisitar as áreas
económicas de interesse nacional e seguir as pistas das indústrias da
construção e reparação naval no seu percurso pelo mundo globalizado,
identificando até que ponto Portugal possui nichos de excelência, que devido à
sua especificidade, nível de experiência e enquadramento próprio, possam ser
explorados com sucesso, sem esquecer os interesses da Marinha, numa fase
em que iniciou a renovação dos seus meios navais.
Description
Keywords
Globalização Economia Construção naval Reparação naval Portugal Marinha
