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Publicação

Relação entre fatores de risco vasculares, caraterísticas no triplex scan cervical e transcraneano e o estado funcional pós-AVC em idosos

datacite.subject.fosCiências Médicas
dc.contributor.authorLopes, Adriana; Nunes, Gil; Coelho, Patrícia; Rodrigues, Francisco; Pires, Joana
dc.date.accessioned2025-07-25T10:23:28Z
dc.date.available2025-07-25T10:23:28Z
dc.date.issued2023-05-30
dc.description.abstractO acidente vascular cerebral (AVC) é caracterizado por uma dimi nuição focal e repentina do fluxo sanguíneo cerebral, causando défices neurológicos ou a morte. Os fatores de risco são importantes condicionantes na ocorrência de acidente vascular cerebral, levando a uma diminuição do estado funcional dos indivíduos. Objetivos – Relacionar o estado funcional após acidente vascular cerebral em idosos com o número de fatores de risco associados, bem como as características do triplex scan cervical (TSC) e transcraneano (TST). Método – Reali zou-se um estudo observacional longitudinal retrospetivo, composto por uma amostra não probabilística por conveniência de 93 indivíduos com idade superior a 65 anos com diagnóstico de AVC isquémico internados no Serviço de Neurologia do Hospital de Vila Franca de Xira. Resul tados – Na relação entre fatores de risco e a escala de Rankin modificada (mRS) na alta consta tou-se que apenas no grau 1-2 da escala havia uma prevalência superior de indivíduos com mais de três fatores de risco associados. Nos graus 0 e 4 da escala observou-se uma maior prevalência de indivíduos com menos de dois fatores de risco associados. Comparando a relação entre as alterações cervicais e cerebrais e a mRS constatou-se que em todos os graus da escala se registou uma maior prevalência de indivíduos com menos de duas alterações associadas. A hipertensão arterial foi o fator de risco mais importante para a ocorrência de AVC, estando presente em 84,8% dos indivíduos. Discussão – Apesar de não terem sido encontrados estudos que avaliassem o estado funcional com o agrupamento de fatores de risco e alterações a nível cervical e cerebral de igual forma ao que foi realizado neste estudo, na presente amostra observou-se que a presença de um maior ou menor número de fatores de risco e alterações não conduziu significativamente a um pior estado funcional. Conclusão – Não foi encontrada uma relação direta entre o número de fatores de risco e alterações no TSC e TST presentes em cada indivíduo com o seu estado funcional no momento da alta, após o AVC. A hipertensão arterial foi o fator de risco mais prevalente na amostra e, no que diz respeito às alterações cervicais, a mais prevalente foi a presença de placas de ateroma.por
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.25758/set.702
dc.identifier.issn1646-9704
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/58196
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.publisherEscola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa
dc.relation.hasversionhttps://journals.ipl.pt/stecnologia/article/view/702
dc.rights.uriN/A
dc.titleRelação entre fatores de risco vasculares, caraterísticas no triplex scan cervical e transcraneano e o estado funcional pós-AVC em idosospor
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage69
oaire.citation.issue28
oaire.citation.startPage61
oaire.citation.titleSaúde & Tecnologia: Revista científica
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85

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