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Estudo coorte retrospectivo para avaliação da taxa de sucesso de implantes colocados em doentes com e sem história prévia de periodontite

dc.contributor.advisorSantos, Alexandre Miguel
dc.contributor.authorSousa, João Martim Cevolo de
dc.date.accessioned2021-02-12T10:07:03Z
dc.date.available2021-02-12T10:07:03Z
dc.date.issued2020-12
dc.descriptionDissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Universitário Egas Monizpt_PT
dc.description.abstractObjetivo: A presente investigação teve como principal objetivo avaliar a taxa de sucesso de implantes colocados em pacientes com história prévia de periodontite (Grupo 1) e sem história prévia de periodontite (Grupo 2), com um período de observação aos 1, 3 e 5 anos. Como objetivo secundário, foi avaliada a perda óssea marginal dentro de cada grupo com base nas variáveis género, maxilar (mandíbula ou maxila), localização do implante (anterior ou posterior), grau (A, B ou C) e estádio (I, II, III, IV) de periodontite. Materiais e Métodos: Foram incluídos um total de 65 implantes colocados em 36 pacientes. A taxa de sucesso foi definida pela ausência de complicações biológicas (mucosite peri-implantar e peri-implantite). Os implantes foram avaliados em quatro tempos (baseline, 1, 3 e 5 anos) e a avaliação radiográfica consistiu na medição da perda óssea marginal dos implantes obtida com recurso ao VistaScan (placas de fósforo), utilizando a técnica paralela com auxílio dos posicionadores.Resultados: O Grupo 1 apresentou uma prevalência de mucosite peri-implantar de 11,8%, 26,5% e 33,3% e peri-implantite de 0%, 8,8% e 11,1% aos 1, 3 e 5 anos respetivamente. O Grupo 2 apresentou uma prevalência de mucosite peri-implantar de 0% aos 1 e 3 anos e 18,2% aos 5 anos e nenhum caso diagnosticado de peri-implantite. O Grupo 2 apresentou uma taxa de sucesso de 100%, aos 1 e 3 anos e de 81,8%, aos 5 anos, enquanto o Grupo 1 apresentou 88,2%, 64,7%, 55,6% aos 1, 3 e 5 anos, respetivamente. Não foram verificadas diferenças estatisticamente significativas (p=0,336) na taxa de sucesso aos 5 anos entre os dois grupos. Relativamente à perda óssea marginal, o Grupo 1 apresentou uma perda óssea média de 0,19±0,03mm, 0,50±0,12mm e 0,75±0,30mm e o Grupo 2 apresentou 0,27±0,04mm, 0,41±0,06 e 0,43±0,16mm, aos 1, 3 e 5 anos, com os valores de significância p=0,194, p=0.488 e p=0,169, respetivamente. Conclusões: Os doentes com história prévia de periodontite apresentaram maior número de complicações biológicas e maior perda óssea aos 3 e 5 anos. Não foram verificadas diferenças significativas na taxa de sucesso nem na perda de osso marginal entre os 2 grupos. Contudo, são necessários mais estudos com amostras maiores e controlos mais longos para sustentar os resultados obtidos.pt_PT
dc.description.abstractObjective: The main objective of this investigation was to evaluate the success rate of implants placed in patients with history of periodontitis (Group 1) and without history of periodontitis (Group 2) over 1, 3 and 5 years of follow-up after loading. As the secondary objective, marginal bone loss within each group was evaluated, based on gender (male or female), maxillary (mandible or maxilla), location of implant (anterior or posterior), periodontitis grade (A, B or C) and periodontitis stage (I, II, III or IV). Materials and Methods: In this retrospective study, 36 patients received a total of 65 implants. The success rate was defined by the absence of biological complications (peri-implant mucositis and peri-implantitis). The implants were evaluated at baseline, 1, 3 and 5 years and the radiographic evaluation consisted of measuring the marginal bone loss obtained using VistaScan, using the parallel technique with the aid of positioners. Results: Group 1 presented a prevalence of peri-implant mucositis of 11.8%, 26.5% and 33.3% and peri-implantitis of 0%, 8.8% and 11.1% at 1, 3 and 5 years, respectively. Group 2 presented a prevalence of peri-implant mucositis of 0% at 1 and 3 years and 18.2% at 5 years and did not had any cases of peri-implantitis. Group 2 had a success rate of 100% at 1 and 3 years and 81.8% at 5 years, while Group 1 had 88.2%, 64.7%, 55.6% at 1, 3 and 5 years, respectively. There were no statistically differences (p=0.336) in the success rate at 5 years between the two groups. Regarding marginal bone loss, Group 1 had an average bone loss of 0.19±0.03mm, 0.50±0.12mm and 0.75±0.30mm and Group 2 and presented 0.27±0.04mm, 0.41±0.06 and 0.43±0.16mm, at 1, 3 and 5 years, with significance values p=0.194, p=0.488 and p=0.169, respectively. Conclusions: Patients with history of periodontitis had more biological complications and greater bone loss at 3 and 5 years of follow-up. There were no significant differences in success rate or marginal bone loss between the 2 groups. However, more studies with larger samples and longer controls are needed to support these results.pt_PT
dc.identifier.tid202587592pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/35413
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectImplante dentáriopt_PT
dc.subjectTaxa de sucessopt_PT
dc.subjectPeriodontitept_PT
dc.subjectPerda de osso marginalpt_PT
dc.titleEstudo coorte retrospectivo para avaliação da taxa de sucesso de implantes colocados em doentes com e sem história prévia de periodontitept_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicina Dentáriapt_PT

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