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Publicação

Gestão do risco clínico e efetividade na prevenção da pneumonia de aspiração

dc.contributor.advisorPotra, Teresa Santos
dc.contributor.authorGonçalves, Dulce Maria dos Santos Carreiro
dc.date.accessioned2021-07-20T09:22:02Z
dc.date.available2021-07-20T09:22:02Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractIntrodução: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a principal causa de morte em Portugal e um dos principais responsáveis pela presença de disfagia. A ocorrência de pneumonia de aspiração após afeções neurológicas como o acidente vascular cerebral é bastante comum, com uma incidência de 6%-22% (Wilson, 2012), representando um considerável aumento dos custos associados aos cuidados de saúde (DeLegge, 2002; Osborne et al., 2006; Wilson, 2012). A literatura recomenda que se efetue a avaliação da disfagia nos utentes com AVC agudo, previamente à administração de alimentação e/ou medicação, através de instrumentos validados. O presente estudo teve como objetivo analisar o impacto da aplicação da escala Gugging Swallowing Screen (eGUSS) na prevenção da pneumonia de aspiração, na pessoa com AVC em fase aguda, numa Unidade AVC. Metodologia: Estudo observacional retrospetivo, realizado com base em informação recolhida em processos clínicos. Foram selecionadas duas amostras de conveniência: a primeira (G0) num total de 106 utentes correspondendo a um período de seis meses prévios à aplicação da eGUSS; a segunda amostra (G1) num total de 91 utentes, corresponde a um período de seis meses após a aplicação da eGUSS. Definiram-se critérios de inclusão e exclusão. Os dados foram analisados com o SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) versão 25.0 para Windows. Para garantir a sua confidencialidade, todos os dados foram codificados e anonimizados de forma irreversível. Resultados: Como principais resultados destaca-se a prevalência de disfagia de 39,2%, na amostra G0, na qual foi aplicado o teste de triagem com administração de 2 a 10 ml de água e, 54,9% na amostra G1, na qual foi aplicada a eGUSS. Quanto à prevalência de pneumonia de aspiração (PNA), os dados foram significativamente diferentes, obtendo-se 18% do total da amostra G0, (45,23% dos utentes com disfagia) e 4,4% na amostra G1, (8% dos utentes com disfagia). No que diz respeito à taxa de efetividade na prevenção da PNA, na amostra G0 foi de 54,76% versus 92% na amostra G1. Estes dados permitem concluir que a aplicação da eGUSS e as recomendações associadas vieram modificar substancialmente o número de casos diagnosticados com PNA, concluindo-se que a aplicação desta escala é de extrema relevância no que diz respeito à gestão do risco clinico em utentes com AVC.pt_PT
dc.identifier.tid202470300pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/37128
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectAdministração em enfermagempt_PT
dc.subjectGestão de riscospt_PT
dc.subjectSegurança do pacientept_PT
dc.subjectAfasia--avaliaçãopt_PT
dc.subjectPneumonia aspirativa--prevenção & controlopt_PT
dc.titleGestão do risco clínico e efetividade na prevenção da pneumonia de aspiraçãopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameGestão em Enfermagempt_PT

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