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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Este relatório teve como objetivo central (re)conhecer o papel do professor de Língua Gestual Portuguesa nas Equipas de Intervenção Precoce, nomeadamente junto da criança surda, de forma a incentivar a aquisição da linguagem.
Sabemos que as EIP são multidisciplinares e que o trabalho de cada profissional é essencial ao desenvolvimento de cada criança. Entre 90% a 95% das crianças surdas, são filhas de pais ouvintes (Ladd, 2003). Desta forma, não têm acesso ao meio que proporcione uma aquisição plena e eficaz da LGP.
O presente estudo foi realizado com uma criança surda com três anos de idade, que frequenta o Jardim de Infância de uma Escola de Referência para a Educação Bilingue de Alunos Surdos. A F1, usufrui de Intervenção Precoce desde um ano de idade. A equipa, para além de outros profissionais, é composta pelo docente de Língua Gestual Portuguesa e de Educação Especial, que acompanham diariamente a criança.
De realçar que a F é filha de pais ouvintes e, tal como referido anteriormente, não encontra no meio familiar acesso à sua língua natural. Assim, o trabalho desenvolvido pelo docente de LGP e a exposição a uma língua, é vital para a passagem do primeiro momento pré-linguístico ao período linguístico propriamente dito.
Para este estudo foi construído e aplicado um material com o objetivo de analisarmos a interação da criança, com o mesmo e com o adulto, bem como as suas competências em Língua Gestual Portuguesa.
Através do contacto com a criança, pretendemos perceber qual a fase da linguagem em que a mesma se encontrava e o papel do professor de LGP no processo de aquisição da mesma, enquanto impulsionador linguístico, com a função de potenciar as competências comunicativas da criança.
Descrição
Palavras-chave
Língua Gestual Portuguesa Intervenção Precoce Docente de LGP Aquisição da Linguagem Criança Surda
