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O novo conceito expedicionário de protecção portuária da NATO

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Resumo(s)

Os atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estado Unidos da América, provocaram uma alteração profunda no quadro estratégico das relações internacionais da NATO e no seu conceito estratégico de defesa. O aparecimento de novas ameaças levou a uma redefinição do conceito estratégico da NATO em 2010, o qual identifica não só um quadro de novas ameaças como também diversos fatores que poderão afetar o ambiente de segurança transnacional. Um desses fatores são as perturbações das rotas de comunicações, transportes e trânsito de pessoas e bens, vitais para o comércio internacional, a segurança energética e a prosperidade dos povos. Naturalmente, os interfaces destas rotas de comunicação marítimas com o domínio terrestre, são os Portos. Tendo por base as lições aprendidas em operações recentes / atuais da NATO, a capacidade de proteção de porto, por parte da própria nação, é frequentemente muito limitada ou inexistente. Será então necessário criar uma capacidade expedicionária, de forma a mitigar esta ameaça. Ao desenvolver esta capacidade, será possível assegurar a proteção de meios e infraestruturas, localizados nas zonas de portos e fundeadouros, contra um vasto leque de ameaças, incluindo as assimétricas. Fruto desta necessidade, a NATO através da iniciativa Smart Defense, lança o desafio às Nações, com o intuito de se criar esta capacidade, o qual Portugal aceitou. Deste modo, é esperado que este projeto proporcione às nações NATO uma capacidade expedicionária que permita a proteção de meios e infraestruturas nas zonas envolventes dos portos e uma maior interoperabilidade entre as mesmas.

Descrição

Palavras-chave

Comércio marítimo, ameaça assimétrica, terrorismo, proteção portuária, expedicionário

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Escola Naval

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