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O futuro do cinema e cor de laranja: há uma singularidade estética e narrativa no cinema feito em smartphone?

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Por volta de 2005, os telemóveis passaram a estar equipados com câmaras de vídeo. Cineastas, artistas e ensaístas começaram a usá-los como instrumentos da sua escrita fílmica. As primeiras reflexões sobre o cinema assim elaborado, propostas pelo teórico Roger Odin ou pelo investigador e realizador Max Schleser, entenderam no como singular porque dotado de características próprias, fundadas na natureza do equipamento de registo e nas suas limitações técnicas. Na perspectiva destes analistas (e de outros que, posteriormente, reafirmaram essas intuições), o cinema produzido com telemóveis, que permitia apenas imagens pixelizadas, de baixíssima resolução, instáveis e de curta duração, configurava modos estéticos e narrativos específicos e uma particular relação com o espectador. O considerável aumento da resolução das câmaras de filmar disponíveis nestes aparelhos e o acrescento de outras funcionalidades técnicas, veio contribuir para a aproximação do cinema produzido pelos telemóveis a formas narrativas e estéticas mais próximas do mainstream, pondo em causa a inscrição do cinema assim produzido numa categoria própria. O presente artigo pretende entender, a partir de um mapeamento e caracterização dos filmes feitos com telemóveis que usam imagens de alta resolução, se permanece pertinente a ideia de uma especificidade associada a este cinema. Daí a pergunta colocada no título: Há uma singularidade estética e narrativa no cinema feito com smartphones?

Descrição

Palavras-chave

Digitalização do cinema Smartphones Estética Narrativa

Contexto Educativo

Citação

Alves, M. P. (2017). O futuro do cinema e cor de laranja: Há uma singularidade estética e narrativa no cinema feito em smartphone? In A. B. de Oliveira, C. Mara, & M. Oliveira (Eds.), Atas do VII Encontro Anual do AIM (pp. 340-349). Associação de Investigação da Imagem em Movimento.

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Associação de Investigação da Imagem em Movimento (AIM)

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