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Nos cinquenta anos da NATO : algumas reflexões sobre a operação de paz na Bósnia-Herzegovina

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Desmontada a Guerra Fria, a NATO passou a preocupar-se com a eventualidade de actuar out-of-area, assumindo um protagonismo central na gestão de crises e em especial nas operações “other than war”. Criticada por uns, a actuação out-of-area testemunha também, segundo outros, a imprescindibilidade da NATO como suporte da estabilidade e da paz no espaço euroatlântico. A participação portuguesa, por seu turno, representa a consciência profunda de que, numa Aliança, a partilha da solidariedade implica a partilha de responsabilidades e riscos. Um desempenho decidido por razões de solidariedade relativamente aos parceiros na NATO, mas também por convencimento de que os Estados europeus terão de assumir acrescidas responsabilidades no domínio da segurança e defesa comuns. Três factores contribuíram especialmente para o sucesso da participação portuguesa: a estreita coordenação entre os responsáveis do MNE e do MDN; a forma oportuna e arguta como foi conduzido todo o complicado processo de selecção, treino, equipamento, composição, atribuição e sustentação das forças militares; o ambiente de íntima articulação entre órgãos de soberania competentes que vigorou durante o processo de decisão política. A participação de Portugal nas missões da NATO na Bósnia-Herzegovina revelou à Aliança e ao mundo um país capaz de assumir as suas obriga- ções e, por isso, merecedor do reconhecimento da comunidade internacional.

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Palavras-chave

Operações de paz NATO (EUA, 1949) Bósnia Portugal

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